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Mostrando postagens com marcador Mestres. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Quarto Raio Cósmico - Branco - Harmonia, Pureza e Ascensão
Arcanjo Gabriel - complemento divino: Esperança
Gabriel, o Arcanjo da Anunciação, e os seus Anjos podem ajudar-nos a compreender o plano que nós, os nossos Eu Superior e um grupo de seres espirituais prepararam para a nossa vida antes do nosso nascimento.
Eles podem ajudar a lembrarmo-nos daquilo que precisamos fazer para cumprir esse plano e a conhecermos as pessoas que poderão ajudar-nos a cumpri-lo.
Uma das melhores técnicas para obter orientação do Arcanjo Gabriel e dos Anjos da orientação, é pedir que transfiram informações para a nossa mente enquanto estivermos a dormir.
O Arcanjo Gabriel e as suas legiões podem trabalhar também juntamente com os Serafins, para nos ajudar a purificar a nossa consciência, os nossos chacras e a nossa aura.
Afirmação:
Em nome da minha Presença do Eu Sou, eu apelo aos Arcanjos Gabriel e Esperança, para agirem comigo e através de mim, para me ajudarem a reconhecer e a cumprir o meu potencial mais alto neste dia e na minha vida.
Namastê!
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segunda-feira, 20 de outubro de 2014
As quatro nobres verdade de Buda.
1 - A Realidade do Sofrimento (Dukkha):
"Esta é a nobre verdade do sofrimento.
Muitas vezes a primeira Nobre Verdade proferida por Buda Shakyamuni após sua iluminação é traduzida como "A vida é sofrimento", ou "Existe sofrimento", sempre indicando a natureza sofrida da vida.
Em um primeiro momento esse ensinamento pode parecer demasiado pessimista e deprimente.
Mas isso se deve à tradução simplista do termo.
A primeira Nobre Verdade diz respeito à dukkha, que não tem uma tradução literal, mas sim é todo um conjunto de idéias.
Assim é possível expressar que nascimento é sofrimento, envelhecimento é sofrimento, enfermidade é sofrimento, morte é sofrimento;
tristeza, lamentação, dor, angústia e desespero são sofrimentos; a união com aquilo que é desprazeroso é sofrimento;
a separação daquilo que é prazeroso é sofrimento;
não obter o que queremos é sofrimento;
em resumo, os cinco agregados influenciados pelo apego são sofrimento.
De uma maneira geral, dukkha diz respeito ao nosso condicionamento de vida dentro de experiências cíclicas, onde nos alternamos entre boas experiências (felicidade) e más experiências (sofrimento).
Todos os seres buscam a felicidade e procuram se afastar do sofrimento, no entanto nessa busca de felicidade e dentro da própria felicidade encontrada estão as sementes de sofrimentos futuros.
Podemos pensar da seguinte maneira:
sofremos porque não temos algo;
sofremos porque conseguimos algo e temos medo de perder;
sofremos porque temos algo que parecia bom, mas agora não é tão bom assim;
e sofremos porque temos algo que queremos nos livrar e não conseguimos.
Podemos ver então que mesmo que tenhamos sucesso na nossa experiência de felicidade, ela mesmo pode se tornar causa de uma experiência de sofrimento.
Além disso, as experiências são impermanentes, as idéias, os conceitos, os pensamentos, todos são impermanentes, mudam.
Por isso, dentro da experiência de felicidade existe a causa de uma experiência de sofrimento, pois ela também é impermanente e irá mudar.
2 - A Realidade da Origem do Sofrimento (Samudaya):
"Esta é a nobre verdade da origem do sofrimento:
é este desejo que conduz a uma renovada existência, acompanhado pela cobiça e pelo prazer, buscando o prazer aqui e ali;
isto é, o desejo pelos prazeres sensuais, o desejo por ser/existir, o desejo por não ser/existir.
3 - A Realidade da Cessação do Sofrimento (Nirodha):
"Esta é a nobre verdade da cessação do sofrimento:
é o desaparecimento e cessação sem deixar vestígios daquele mesmo desejo, o abandono e renúncia a ele, a libertação dele, a independência dele."
4 - A Realidade do Caminho (Magga) para a Cessação do Sofrimento:
"Esta é a nobre verdade do caminho que conduz à cessação do sofrimento:
é este Nobre Caminho Óctuplo: entendimento correto, pensamento correto, linguagem correta, ação correta, modo de vida correto, esforço correto, atenção plena correta, concentração correta."
Namastê!
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"Esta é a nobre verdade do sofrimento.
Muitas vezes a primeira Nobre Verdade proferida por Buda Shakyamuni após sua iluminação é traduzida como "A vida é sofrimento", ou "Existe sofrimento", sempre indicando a natureza sofrida da vida.
Em um primeiro momento esse ensinamento pode parecer demasiado pessimista e deprimente.
Mas isso se deve à tradução simplista do termo.
A primeira Nobre Verdade diz respeito à dukkha, que não tem uma tradução literal, mas sim é todo um conjunto de idéias.
Assim é possível expressar que nascimento é sofrimento, envelhecimento é sofrimento, enfermidade é sofrimento, morte é sofrimento;
tristeza, lamentação, dor, angústia e desespero são sofrimentos; a união com aquilo que é desprazeroso é sofrimento;
a separação daquilo que é prazeroso é sofrimento;
não obter o que queremos é sofrimento;
em resumo, os cinco agregados influenciados pelo apego são sofrimento.
De uma maneira geral, dukkha diz respeito ao nosso condicionamento de vida dentro de experiências cíclicas, onde nos alternamos entre boas experiências (felicidade) e más experiências (sofrimento).
Todos os seres buscam a felicidade e procuram se afastar do sofrimento, no entanto nessa busca de felicidade e dentro da própria felicidade encontrada estão as sementes de sofrimentos futuros.
Podemos pensar da seguinte maneira:
sofremos porque não temos algo;
sofremos porque conseguimos algo e temos medo de perder;
sofremos porque temos algo que parecia bom, mas agora não é tão bom assim;
e sofremos porque temos algo que queremos nos livrar e não conseguimos.
Podemos ver então que mesmo que tenhamos sucesso na nossa experiência de felicidade, ela mesmo pode se tornar causa de uma experiência de sofrimento.
Além disso, as experiências são impermanentes, as idéias, os conceitos, os pensamentos, todos são impermanentes, mudam.
Por isso, dentro da experiência de felicidade existe a causa de uma experiência de sofrimento, pois ela também é impermanente e irá mudar.
2 - A Realidade da Origem do Sofrimento (Samudaya):
"Esta é a nobre verdade da origem do sofrimento:
é este desejo que conduz a uma renovada existência, acompanhado pela cobiça e pelo prazer, buscando o prazer aqui e ali;
isto é, o desejo pelos prazeres sensuais, o desejo por ser/existir, o desejo por não ser/existir.
3 - A Realidade da Cessação do Sofrimento (Nirodha):
"Esta é a nobre verdade da cessação do sofrimento:
é o desaparecimento e cessação sem deixar vestígios daquele mesmo desejo, o abandono e renúncia a ele, a libertação dele, a independência dele."
4 - A Realidade do Caminho (Magga) para a Cessação do Sofrimento:
"Esta é a nobre verdade do caminho que conduz à cessação do sofrimento:
é este Nobre Caminho Óctuplo: entendimento correto, pensamento correto, linguagem correta, ação correta, modo de vida correto, esforço correto, atenção plena correta, concentração correta."
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quarta-feira, 23 de abril de 2014
O PAI NOSSO DO MESTRE JESUS SANANDA
Pai nosso que estás no céu, no Universo Cósmico da Perfeição, nas tuas múltiplas formas e divinos Nomes. Em nós está o Teu Reino Perfeito de Luz e de Amor para que seja concretizada a Tua Vontade aqui na Terra assim como é eterna já nos Céus.
Bem amado Mestre Jesus Sananda que um dia disse: "TUDO O QUE PEDIRES EM MEU NOME AO MEU PAI, TE SERÁ DADO."
Para que eu possa Te falar, entro agora no quarto do meu templo interno, fecho a porta e Te falo em segredo das minhas aflições:
Pai, ensina-me a dizer somente palavras que abençoem,
Ensina-me a ouvir apenas a Verdade sem ilusões,
Clareia a minha visão para que meus olhos só vejam o bem,
Mostre-me caminhos para que meus pés trilhem a fé e a esperança,
Abençoe minhas mãos para que cada gesto seja de Amor e Cura.
Senhor, ensina-me, neste momento, a calar para que eu possa ouvir-Te.
(pausa)
Pai, eu pedi e recebi. Procurei e achei. Bati à porta e ela se abriu.
Agora o meu Universo é repleto de alegrias e Paz, porque acordei para tudo o que a vida pode me ofertar. Desta forma, reparto com todos, meu amor que é abundante e eterno.
Meu Mestre, meu Amigo, meu Irmão Sananda, minha eterna gratidão pelos Teus ensinamentos, por todas as curas realizadas, pela confiança depositada em mim para ser a Luz do Mundo.
Grato por todas as vitórias conquistadas e por que foram e outras que serão por acréscimo me ofertadas.
Pai Nosso, agora "EU SOU" porque és Tu que vives em mim!
EU SOU a vitória do Ascensionado Mestre Sananda, o Cristo (3x em voz alta).
EU SOU seu Poder e sua Paz Cósmica (3x em voz alta).
EU SOU a Ressurreição e a Vida da Vitória do Ascensionado Jesus Sananda, o Cristo, e Ele multiplica esta Vitória através de mim a cada hora (3x sussurrando)
Assim seja.
Namastê!
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domingo, 31 de março de 2013
TAU
Quando estava contemplativo, São Francisco tinha visões do presente e futuro.
Podia ver por exemplo as dúvidas, os desejos secretos e pensamentos dos irmãos.
Frei Leão quando sofria tentações, recebeu uma preciosa benção para qualquer doença do espírito.
Uma benção assinada com um simples Tau (que é a forma da letra grega T), que representa o símbolo da cruz, o amor a Cristo, também é o signo (Simbolo) dos que são amados por Deus.
Benção a Frei Leão: "O Senhor te abençoe e te proteja.
Mostre a Sua face e se compadeça de ti.
Volte para ti o Seu rosto e te dê a paz."
Na bíblia o tau é citado no livro do profeta Ezequiel (9,4):
"Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem.
Os historiadores contam que São Francisco esteve no concílio de Latrão, onde o Papa Inocêncio III em sua homília falou sobre a passagem de Ezequiel (9,4), e terminou a pregação deixando a mensagem
"SEJAM OS CAMPEÕES DO TAU!" .
Desde então Francisco tomou o Tau como seu símbolo e teve grande devoção a ele até o fim de sua vida.
São Francisco tinha grande veneração por este símbolo e nas suas cartas assinava com ele.
Tau é a transformação, a conversão interior que o homem deve sofrer para unir-se as coisas superiores.
Os 3 nós que estão no Tau de São Francisco significam os três votos que ele fez a Deus pobreza, obediência e castidade.
O Tau traz muitos significados , como:
Lembrança da Redenção, da Cruz, do Amor ;
Sinal de penitência e conversão interior;
Sinal de dor pelos pecados do mundo;
Rumo a uma espiritualidade sadia;
Recordação do nosso batismo;
Batismo que nos marca como FILHOS DE DEUS;
Signo dos que sofrem.
De acordo com os ensinamentos da Grande Fraternidade Branca,
São Francisco de Assis é Mestre Kuthumi.
Logo o TAU também é um simbolo do amoroso Mestre.
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ORAÇÃO DE MAITREYA
Deus é bondade, Deus é justiça.
Em comunhão com as forças cósmicas, orando por todos os irmãos, por Todos os Seres da Natureza, eu como uma parte do todo, elevo ao Divino Pai esta súplica:
Deus! Seja a Vossa Luz a estrada por onde trilharão os meus pés;
Seja a Vossa benção: Conforto para minha vida, pureza para minha alma, serenidade e discernimento para minha mente.
Desdobre a minha alma em direção a Vós, Senhor!
Para o encontro da Eternidade.
Seja o meu ser digno da dádiva da vida para que possas habitar o meu íntimo.
Pai! Dai-me sabedoria e humildade para que eu possa compreender Vossas divinas leis, e Dai-me inteligência e energia para difundi-las.
Que seja a bondade a espada com que me defenderei dos inimigos e rogo para eles a Vossa misericórdia, Senhor!
Que o amor e o perdão sejam os sentimentos cultivados pela minha alma para que a luz penetre em todos os seus recônditos.
Dai-me paciência para relevar as fraquezas dos meus semelhantes e Dai-me forças para sobrepujar as minhas.
Que seja eu um instrumento da Vossa Vontade, a fim de que através de mim, Vossa seara seja aumentada para a grandeza do Vosso Reino.
Perdoai, Senhor! Aqueles que estão no erro, e Dai-lhes a suprema felicidade de conhecer a Beleza do Vosso Amor que ilumina sem distinção, toda a Criação.
Que a Onipotência da Vossa Mão, como sublime promessa, se estenda sobre mim, abençoando o meu ser.
E que as portas do futuro se abram para o infinito!
Amém.
"A Grande Invocação pertence a toda humanidade e não a alguma religião ou grupos. É uma oração mundial, traduzida em mais de 70 línguas e dialetos.
Seja o meu ser digno da dádiva da vida para que possas habitar o meu íntimo.
Pai! Dai-me sabedoria e humildade para que eu possa compreender Vossas divinas leis, e Dai-me inteligência e energia para difundi-las.
Que seja a bondade a espada com que me defenderei dos inimigos e rogo para eles a Vossa misericórdia, Senhor!
Que o amor e o perdão sejam os sentimentos cultivados pela minha alma para que a luz penetre em todos os seus recônditos.
Dai-me paciência para relevar as fraquezas dos meus semelhantes e Dai-me forças para sobrepujar as minhas.
Que seja eu um instrumento da Vossa Vontade, a fim de que através de mim, Vossa seara seja aumentada para a grandeza do Vosso Reino.
Perdoai, Senhor! Aqueles que estão no erro, e Dai-lhes a suprema felicidade de conhecer a Beleza do Vosso Amor que ilumina sem distinção, toda a Criação.
Que a Onipotência da Vossa Mão, como sublime promessa, se estenda sobre mim, abençoando o meu ser.
E que as portas do futuro se abram para o infinito!
Amém.
"A Grande Invocação pertence a toda humanidade e não a alguma religião ou grupos. É uma oração mundial, traduzida em mais de 70 línguas e dialetos.
Nas traduções dos Budistas, Hinduístas, Muçulmanos e Judeus da Grande Invocação, Aquele que É Esperado, é conhecido como o Senhor Maitreya, Krishna, Imam Mahdi e Messias, respectivamente".
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domingo, 3 de fevereiro de 2013
108 invocações à Arcanjo Miguel.

(utilizar um japamala)
Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e da Mãe divina; em nome da amada e poderosa presença de Deus EU SOU em mim e da chama trina em meu coração; Eu invoco a intercessão dos Elohim Hercules e Amazônia, do Mestre Ascenso El Morya, e do amado Arcanjo Miguel, comandante dos exércitos do Senhor, para que estabeleçam uma ação protetora em todo o planeta Terra.
01– Arcanjo Miguel e Fé, Arcanjo Miguel e Fé, Arcanjo Miguel e Fé! (3x)
02– Amado e poderoso arcanjo Miguel,/ comandante das hostes celestiais, / ouve o nosso chamado!
03– Arcanjo Miguel defende a nossa Fé! (3x)
04– Arcanjo Miguel, Fé e Micah / dêem-nos a compreensão da unidade divina!
05– Arcanjo Miguel / desce agora com os amados arcanjos de Deus,/ Jofiel, Samuel, Gabriel, Rafael, Uriel e Ezequiel
06– Arcanjo Miguel / necessitamos de proteção e direção, agora!
07– Arcanjo Miguel / protege-nos nesta hora de aflição mundial!
08– São Miguel / envolve todos os filhos e filhas de Deus na chama azul protetora!
09– Arcanjo Miguel / preenche todos os ambientes de nossas casas com tua luz azul!
10– Arcanjo Miguel / protege-nos e liberte-nos de toda a maldade!
11– Arcanjo Miguel / dissolve toda a energia de medo em nossas consciências, / para que o amor de Deus possa fluir, livremente, em nossos corações!
12– Arcanjo Miguel / direcione-nos para que possamos desempenhar aqui na Terra / os compromissos assumidos com nosso Pai Celestial!
13– Arcanjo Miguel / liberte-nos de todos os vícios que impedem a nossa evolução espiritual!
14– Arcanjo Miguel / liberte-nos de todos os ódios e suas nuances de rancor, / mágoas, ressentimentos, impaciência, intolerância, irritabilidade, / antipatia, malquerenças e incompreensão!
15– Arcanjo Miguel / afaste de nossas vidas e de nosso caminho,/ todas as coisas, situações e pessoas / que possam estar impedindo a realização da nossa missão!
16– Arcanjo Miguel / coloque agora em nosso caminho / todos que fazem parte do nosso plano divino!
17– Arcanjo Miguel / liberte-nos do mau hábito / de fazer crítica, condenação, julgamento e comentários desfavoráveis!
18– Arcanjo Miguel venha com tuas legiões de anjos! / Ajude-nos, oriente-nos e direcione-nos no caminho da Luz!
19– Arcanjo Miguel / ilumine os homens de boa-vontade / restabelecendo a memória da sua herança divina!
20– Arcanjo Miguel / venha expandir nossa percepção da realidade,/ para que possamos aceitar em nossos corações / a totalidade da presença EU SOU!
21– Arcanjo Miguel, liberte nossas almas, / para que possamos trilhar a senda iniciática da ascensão!
22– Arcanjo Miguel, rompe os véus da ignorância e da ilusão, / libertando-nos de toda cegueira espiritual!
23– Arcanjo Miguel / alinhe nosso corpo, mente e alma com a vontade divina!
24– Arcanjo Miguel / protege toda a família de Deus na Terra!
25– Arcanjo Miguel / liberte-nos das tentações e dos maus hábitos, / conduzindo-nos de volta ao lar!
26– Arcanjo Miguel venha com tuas legiões de anjos,/ proteger nossas cidades, o Brasil e todo o planeta Terra!
27– Arcanjo Miguel Protege o plano divino do Brasil!
28– Arcanjo Miguel / pedimos tua intercessão no congresso nacional, / abrindo os caminhos para que todos os projetos bons e construtivos / sejam votados e aprovados rapidamente!
29 - Arcanjo Miguel, / ordenamos que os movimentos pró-aborto e seus projetos de lei sejam detidos agora!
30 - Arcanjo Miguel / direcione os políticos que ocupam cargos de poder, / para que cumpram a vontade de Deus!
31- Arcanjo Miguel / pedimos intercessão cósmica, em todas as empresas de serviços públicos, / para deter os abusos contra o povo brasileiro!
32– Arcanjo Miguel / pedimos intercessão em todos os departamentos do governo federal!
33– Arcanjo Miguel / interceda com o primeiro raio em todo o sistema judiciário!
34– Arcanjo Miguel / pedimos proteção e direção, para todos os microempresários / que trabalham construtivamente!
35– Arcanjo Miguel / abençoe e direcione esta nação e todas as nações da Terra!
36 - Arcanjo Miguel / envie-nos, agora, doze legiões de anjos / para atuar na causa e núcleo de toda a maldade, / livrando as cidades brasileiras do crime, das drogas e das trevas!
37– Arcanjo Miguel / exponha toda a mentira para que a verdade possa se manifestar, agora!
38– Arcanjo Miguel / retire o poder dos chefões do crime,/ de norte a sul, / de leste a oeste e em todo o Brasil. / Que os exércitos do Senhor desçam, agora, / e ocupem os presídios e cidades!
39– Arcanjo Miguel, / nós pedimos tua intercessão direta sobre todos os seqüestros em andamento; / libertando os filhos da Luz para que possam voltar aos seus lares, agora!
40– São Miguel, amado Arcanjo, / imploramos proteção e direção para todas as crianças abandonadas!
41– Arcanjo Miguel / liberte as crianças das garras dos pedófilos, agora!
42– Arcanjo Miguel / protege todas as crianças da violência e da maldade no lar!
43– EU SOU O QUE EU SOU / o arcanjo Miguel libertando o povo de Deus aqui na Terra!
44– EU SOU a Luz de São Miguel, / manifestando os sete raios de Deus para toda a humanidade!
45– Arcanjo Miguel, / EU ordeno que prenda e amarre os assassinos e os malfeitores, / os traficantes e os líderes de organizações criminosas; / os estupradores, os terroristas e os seqüestradores, / os assaltantes e os torturadores, os corruptos e todos aqueles alinhados com eles,/ levando-os para o julgamento da justiça divina dos Senhores do Carma, agora!
46– Arcanjo Miguel, / EU ordeno que prenda e amarre os falsos pastores, os feiticeiros e os magos negros; / os anjos caídos, incluindo todos os filhos das trevas, / as entidades e os demônios, / levando-os para o julgamento da justiça divina dos Senhores do Carma, agora!
47– Arcanjo Miguel, / vejo as trevas sendo dissolvidas, dissolvidas, dissolvidas pelo poder da luz de Deus!
48– Arcanjo Miguel / liberte-nos de toda bruxaria e magia negra!
49– Arcanjo Miguel, / pelo poder do fogo sagrado,/ liberte o povo de Deus da opressão, da maldade e da violência!
50– São Miguel, / nós ordenamos tua intercessão em todos os hospitais e clínicas de saúde./
51– Em nome de São Miguel e das legiões dos sete arcanjos, / nós declaramos a vitória da luz na Terra, agora!
52– Com o arcanjo Miguel, nós vencemos todos os obstáculos à nossa missão!
53– Amado São Miguel, / Deus está em mim e eu estou n’Ele!
54– EU SOU protegido agora pelo poder da espada de chama azul de São Miguel, / o príncipe dos Arcanjos!
55– São Miguel, / EU SOU a fé manifestada pelo poder da luz de Deus!
56– Arcanjo Miguel / faz brilhar a luz do primeiro raio pelo poder da lei de Deus!
57– Arcanjo Miguel / venha, com os exércitos celestiais, / estabelecer a Era de Ouro neste planeta!
58– Arcanjo Miguel, / eu sirvo agora sob a luz do teu exército na Terra!
59– Arcanjo Miguel / derrame misericórdia sobre a Terra inteira,/ do oriente ao ocidente, / manifeste, agora!
60– Amado São Miguel! / Amor, sabedoria, compaixão e misericórdia! / Envie tua luz para despertar a chama trina no coração dos filhos de Deus!
61– Arcanjo Miguel / aumente a nossa percepção e sensibilidade discriminativa!
62– Arcanjo Miguel / liberte-nos do orgulho, arrogância e egocentrismo, / preenchendo-nos com humildade e discernimento!
63– Arcanjo Miguel / ajude-nos a perdoar a nós mesmos e ao próximo, / por todos os nossos erros, falhas e omissões!
64– São Miguel / dê-nos a visão da nossa meta de vida / e a coragem para atingir os nossos objetivos!
65– EU SOU Miguel, / a manifestação da luz da vontade divina na Terra!
66– EU SOU Miguel, / irradiando, irradiando, irradiando luz para todos os lados!
67– EU SOU Miguel, / uma tocha de luz azul brilhante guiando toda a humanidade!
68– EU SOU Miguel, / a pulsação do raio da fé atuando onde quer que eu vá!
69– EU SOU Miguel, / a chama de proteção atuando em todo o planeta Terra!
70– Arcanjo Miguel, / pelo poder da tua luz e da tua espada, / eu declaro a minha independência de todo o mal, agora! (3x)
71– Em nome de Arcanjo Miguel, eu vivo na luz!
72– Em nome de Arcanjo Miguel, eu amo a luz!
73– Em nome de Arcanjo Miguel, EU SOU livre agora!
74– Em nome de Arcanjo Miguel, EU SOU a chama do amor!
75– Em nome de Arcanjo Miguel, EU SOU a luz a serviço do Pai!
76– Em nome de Arcanjo Miguel, EU SOU vitorioso! /
77– Arcanjo Miguel! / Eu clamo minha herança divina de paz, sabedoria e abundância!
78 – Arcanjo Miguel! / Liberte a juventude de más companhias, / álcool, drogas, nicotina e ritmos discordantes! /
79– EU SOU a consciência protetora do Arcanjo Miguel em ação!
80– EU SOU a luz de Arcanjo Miguel, protegendo a juventude!
81– Arcanjo Miguel, em nome da divina presença EU SOU, / que a tua luz direcione a juventude, / guiando-a no caminho da retidão e da boa vontade!
82– EU SOU Miguel, o arcanjo do 1º raio, / intensificando a fé na juventude / e mostrando o propósito divino de cada um!
83– Com São Miguel, EU SOU o defensor da luz do meu irmão!
84– São Miguel, / eu estou determinado a conquistar a vitória do meu plano divino!
85– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da vontade divina!
86– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da harmonia!
87– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama do perdão!
88- EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da verdade!
89– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da vitória!
90– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da prosperidade!
91– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da pureza!
92– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da iluminação!
93– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama da liberdade!
94– EU SOU Miguel, / EU SOU a chama do amor divino em ação!
95– Nada me aflige! (3x) / Com Miguel, o Arcanjo, eu sempre estou!
96– Nada me aflige! (3x) / Com Miguel, o Arcanjo, eu sigo em direção à luz!
97– Nada me aflige! (3x) / Com Miguel, o Arcanjo, eu levo a palavra de Deus!
98– Nada me aflige! (3x) / Com Miguel, o Arcanjo, eu sou vitorioso servindo à Luz!
99– Arcanjo Miguel! / Defende, protege e guia os filhos da luz!
100– Em nome de São Miguel! (3x) / O mal é irreal e sem poder algum sobre os filhos de Deus! (3x)
101– Arcanjo Miguel! / Ajude-nos! Ajude-nos! Ajude-nos!
102– Arcanjo Miguel! / Protege-nos! Protege-nos! Protege-nos!
103– Arcanjo Miguel! / Guie-nos! Guie-nos! Guie-nos!
104– Arcanjo Miguel! / Abençoe-nos! Abençoe-nos! Abençoe-nos!
105– Arcanjo Miguel! / Leve-nos à vitória! Vitória! Vitória!
106– Arcanjo Miguel, / ilumine a consciência do povo de Deus na Terra! //
107– Que venha, agora, o raio divino da proteção de São Miguel para toda a humanidade! (3x)
108– Arcanjo Miguel, inunde todo o planeta Terra, / com ondas azuis do fogo etéreo / do primeiro raio da vontade divina! (3x)
Selamento - Que a poderosa presença EU SOU em mim, sele toda energia agora magnetizada, para que seja utilizada de acordo com a vontade de Deus e somente a vontade de Deus. Assim seja, em nome do Pai, da Mãe, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
Namastê!
nossa loja tem uma diversidade de cores e modelos de japamalas, inclusive o japamala de Arcanjo Miguel:
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sábado, 2 de fevereiro de 2013
MEDITAÇÃO DA CHAMA VIOLETA DE KUAN YIN
Quando você se sentir, triste, pesado, denso, ou até mesmo desesperado, faça esta pequena meditação que a sensação de paz, leveza e luz retornará a você.
Esta meditação também pode ser utilizada todos os dias, no final do dia, para purificação do corpo físico e dos corpos sutis.
Sente-se confortavelmente.
Não ha’ necessidade de nenhuma posição complicada de yoga.
Ou fique de pé, com os joelhos semi-flexionados e o corpo ereto e relaxado.
Feche os olhos.
Respire profundamente, inspirando pelo nariz e expirando pela boca, bem devagar.
A cada inspiração você envia o ar para as partes tensas do corpo e quando espira relaxa cada uma delas até estar com todo o corpo em relaxamento.
Deixe sua mente livre visualizando uma leve bruma violeta que vem do céu. Deixe que esta bruma lhe envolva por completo.
Respire esta nuvem violeta por algum tempo.
Cada vez que esta entrar no seu corpo e aura, toda a energia densa começa a evaporar numa nuvem negra, depois cinza, e por último, branca.
Sinta-se cada vez mais calmo e leve conforme a bruma branca toma conta de todo o seu corpo e se mistura a violeta gerando um belo lilás brilhante.
Entoe o mantra (pode ser simplesmente mental) OM MANI PADME HUM por 108X.
Utilize um rosário (japamala) se desejar Pouco a pouco deixe a imagem de Kuan Yin vir até você.
Ela está toda de branco e sorrindo.
De suas mãos saem pequenas estrelas violeta que adentram nos seus chakras .
Sinta o amor e a luz desta deusa magnífica. Peça a ela que lhe purifique, equilibre e energize
MANTRAS PARA INVOCAR A KUAN YIN
NAMO TA-PEI KWAN SHIH YIN P'U-SA
(em Chinês)
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa - Mantra de Kuan Yin
Explicação do Mantra
"NAMO KUAN SHIH YIN PU SA
Eu me refugio na Luz de Kuan Yin
Saudações à Kuan Yin, a mais Compassiva e Misericordiosa Bodhisattva
É a invocação ao nome de Kuan Yin
Salve Kuan Shih Yin, Bodhisattva
Poderoso mantra da Amada Kuan Yin. Ao pronunciarmos um mantra com respeito e devoção, formas pensamento emanadas pelo som produzido, se unem à formas idênticas emitidas por todos que entoam o mesmo mantra, no tempo e no espaço, criando um campo vibracional muito poderoso e retornam ao ponto de origem , ou seja, às pessoas que pedem pelas bênçãos do mantra e o cantam com fé.
Ao pé da letra esse mantra significa (no Discovering Kwan Yin):
Namo: é uma invocação que significa Eu tomo refúgio em
Kuan : o caracter chines Guan significa observa
Shih: significa mundo
Yin : significa sons
Pu Sa: significa bodhisatva
Eu me refugio no Bodhisatva que observa os sons do mundo!!!
"Que as bênçãos da Mestra estejam presentes na vida de todos nós!"
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa
Namo Kuan Shih Yin Pu Sa"
NAMO MAHA KARUNA KWAN YIN BODHISATTVA
(em Sânscrito)
OM MANI PADME HUM
Esta maravilhosa invocação significa: "Saúdo a Jóia do Lótus". Algumas Divindades e Seres Ascendidos são visualizados e representados com uma flor de Lótus.
Assim também nossa Amada Kuan Yin pode ser vista sentada sobre uma destas flores.
Esta mantra está gravado em muitas orações, em elementos ornamentais (anéis, pulseiras, medalhões, etc.), assim como em pedras de muitos templos. É uma poderosa corrente de energia espiritual, da qual você pode se conectar através deste mantra, falado oral ou mentalmente em atitude de meditação.
OM-MANI-PADME-HUM que significa "A jóia do Lótus" .
Este Mantra te conecta com a energia da mestra ascensa Kwan Yin.
Este Mantra protege a aura evitando que baixe a energia. Cada parte deste Mantra produz algo:
OM, sentes a ligação com Kwan Yin.
MANI, significa Jóia. ajuda a eliminar as más energias da aura.
PADME, significa Lótus, harmoniza a aura.
HUM, estimula a percepção da aura e estimula sua harmonia.
Em nossa loja temos o japamala de Mãe Kuan Yin
Temos também as pulseiras japamalas, que tem 108 contas.
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Aroma do dia - Terça feira - Terceiro Raio - Mestra Rowena
ROSA, MIRRA, VERBENA, LÓTUS BANCO, ANGÉLICA E CRAVO
ROSA - Espiritualidade, amor, conforto espiritual.
MIRRA - Oferenda aos deuses, boa sorte, sucesso nos negócios, acalma, purifica ambientes, espiritualidade
VERBENA - Usado para atrair uma grande paixão. Colocado na pele, dá uma luminosidade mágica, mantendo a pele saudável e sedutora. Melhora a voz, atuando diretamente sobre a garganta. É excelente contra gripes e resfriados. Descongestionante.
LÓTUS BANCO - Ajuda nos estudos, elevação das vibrações.
ANGÉLICA - Espiritualidade.
CRAVO - Repelente, antiseptico, anestesico.
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Aroma do dia - Segunda Feira - Segundo Raio - Mestre Confucio
BENJOIM, PATCHOULI E FLOR DE LARANJEIRA
BENJOIM - Sucesso.
PATCHOULI – Concentração, Anti-depressivo, Estimulante. Evoca a liberdade e a sensualidade.
FLOR DE LARANJEIRA - Atrai prosperidade.
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Aroma do dia - Domingo - Dia do Primeiro Raio - Mestre El Morya
VERBENA, SÂNDALO, PATCHOULI, ROSA BRANCA E ANGÉLICA.
VERBENA -Usado para atrair uma grande paixão. Colocado na pele, dá uma luminosidade mágica, mantendo a pele saudável e sedutora. Melhora a voz, atuando diretamente sobre a garganta. É excelente contra gripes e resfriados. Descongestionante.
SÂNDALO - Relaxante físico e mental, descongestionante.
Promove o entendimento e a compreensão.
PATCHOULI – Concentração, Anti-depressivo, Estimulante. Evoca a liberdade e a sensualidade.
ROSA BRANCA - Purifica os sentimentos e acalma.
ANGÉLICA - Espiritualidade.
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Aroma do dia - Sabado - Sétimo Raio - Mestre Saint Germain
VIOLETA, JASMIM, LÓTUS BRANCO, DAMA DA NOITE, ALECRIM E ALFAZEMA.
VIOLETA - Espiritualidade.
JASMIM - Afrodisíaco, atrai a paixão, melhora o humor, espiritualidade, elevação das vibrações psíquicas.
LÓTUS BRANCO - Ajuda nos estudos, elevação das vibrações.
DAMA DA NOITE - Paixão.
ALECRIM - Pressão baixa, Tosse, Exaustão, Vias respiratórias, Revigorante, Drenagem linfática, Memória, Antidepressivo, Descongestionante da face, traz conforto refrescante, relaxa ombros e pescoço.
ALFAZEMA - Acalma e limpa o ambiente.
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VIOLETA - Espiritualidade.
JASMIM - Afrodisíaco, atrai a paixão, melhora o humor, espiritualidade, elevação das vibrações psíquicas.
LÓTUS BRANCO - Ajuda nos estudos, elevação das vibrações.
DAMA DA NOITE - Paixão.
ALECRIM - Pressão baixa, Tosse, Exaustão, Vias respiratórias, Revigorante, Drenagem linfática, Memória, Antidepressivo, Descongestionante da face, traz conforto refrescante, relaxa ombros e pescoço.
ALFAZEMA - Acalma e limpa o ambiente.
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Aroma do dia - Quinta feira - Mestre Hilarion
ACÁCIA, VERBENA, ROSA BRANCA E SÂNDALO ROSAS
Acácia - O aroma de acácia usado como incenso perfuma o ambiente e cria condições propícias à prática amorosa, pois tem efeitos estimulantes
Verbena - Usado para atrair uma grande paixão. Colocado na pele, dá uma luminosidade mágica, mantendo a pele saudável e sedutora. Melhora a voz, atuando diretamente sobre a garganta. É excelente contra gripes e resfriados. Descongestionante.
Rosa - Espiritualidade, amor, conforto espiritual.
Sândalo - Relaxante físico e mental, descongestionante.
Promove o entendimento e a compreensão.
Rosa Branca - Purifica os sentimentos e acalma.
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Aromas do dia - Quarta feira - Quarto Raio Cósmico - Mestre Seraphis Bey
Sândalo, Lírio e Rosa Branca.
Lírio - Harmonia, Paz Equilibrio
Sândalo - Relaxante físico e mental, descongestionante.
Promove o entendimento e a compreensão.
Rosa Branca - Purifica os sentimentos e acalma.
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Lírio - Harmonia, Paz Equilibrio
Sândalo - Relaxante físico e mental, descongestionante.
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sábado, 24 de novembro de 2012
Conde de St. Germain
O Conde de St. Germain (Transilvânia, 28 de Maio de 1696 — Eckernförde (?), 27 de fevereiro de 1784) foi uma das figuras mais misteriosas do século XVIII. Tido como místico, alquimista, ourives, lapidador de diamantes, cortesão, aventureiro, cientista, músico e compositor. Após a data de sua morte (de precisão incerta), várias organizações místicas o adotaram como figura modelo. Segundo relatos antigos, era imortal e possuía o elixir da juventude e a pedra filosofal.
Vida
O fato de nunca ter revelado sua verdadeira identidade levou a muitas especulações a respeito de sua origem. Entre elas, uma especulação aponta que o conde seria filho de Francis II Rákóczi, o príncipe da Transilvânia que, na época, estava exilado; outra divagação diz que seria filho ilegítimo de Marie-Ann de Neubourg, viúva de Carlos II da Espanha, com um certo conde Adanero, que ela conhecera em Bayonne, no sudoeste de França. Alguns historiadores portugueses consideram que era filho ilegítimo do rei D. João V, fruto da ligação com uma freira de Odivelas. O Conde de St. Germain teria estudado na Itália, possivelmente como protegido do Grão-Duque Gian Gastone (o último descendente dos Médici).
As primeiras aparições registradas do Conde de St. Germain deram-se em 1743, em Londres, e em 1745, em Edimburgo, onde ele foi aparentemente preso, acusado de espionagem. Solto, logo adquiriu a fama de ser um virtuose no violino. Tinha hábitos ascéticos e celibatários. Durante esse tempo, conheceu Jean-Jacques Rousseau, que declarou ser a pessoa do Conde "a mais fascinante e enigmática personalidade que já conhecera". Desapareceu subitamente em 1746. Horace Walpole, que conheceu St. Germain em Londres, em 1745, o descreveu: "Ele canta, toca o violino maravilhosamente, compõe, mas é louco e falta-lhe sensibilidade".
Reapareceu em Versalhes, no ano de 1758. Dizia-se ourives e lapidador, bem como trabalhava com tingimentos de tecidos que nunca desbotavam, por terem uma fórmula secreta. Hospedou-se em Chambord, sob a proteção do rei Luís XV, de quem havia angariado a confiança, e também de sua amante, Madame de Pompadour. Nessa época, distribuiu diamantes como presentes, entre a corte, e ganhou a reputação de ter séculos de idade. Nos salões da corte, um mímico, denominado Gower, começou a imitar os maneirismos do Conde, dizendo ter conhecido Jesus Cristo. Em 1760, ele deixou a França, indo para a Inglaterra, cujo Ministro de Estado, duque de Choiseul, tentou prendê-lo.
Depois desses fatos, esteve nos Países Baixos e em São Petersburgo, na Rússia, quando o exército russo colocou Catarina, a Grande no trono. Mais tarde, a destituição do imperador com a substituição por Catarina seria atribuída a uma conspiração do Conde.
No ano seguinte, foi para a Bélgica, onde comprou terras com o nome de Conde de Surmount. Tentou oferecer sua técnica de tratamento de madeira e couro ao Estado. Durante as negociações, que resultaram em nada, na presença do primeiro-ministro Karl Cobenzl, ele transformou ferro em algo com a aparência do ouro. Depois desapareceu por onze anos, para reaparecer em 1774, na Baviera, sob o nome de Conde Tsarogy.
Em 1776 o conde ainda se encontrava na Alemanha com o título de Conde Welldone, ainda oferecendo receitas de cosméticos, vinhos, licores e vários elixires. Impressionou os emissários do rei Frederico com sua capacidade de transmutação de simples metais em ouro. Para Frederico, ele se apresentou como maçom.
Posteriormente, o Conde de St. Germain estabeleceu-se na residência do príncipe Karl de Hesse-Kassel, governador de Schleswig-Holstein, e lá pesquisou a fitoterapia, elaborando remédios para dar aos pobres. Para o príncipe, ele se apresentou como Francis Rákóczi II, príncipe da Transilvânia.
Morte
No ano 1779 St. Germain chegou a Altona em Schleswig, onde tornou-se amigo do príncipe Carlos de Hesse-Kassel, que forneceu materiais e subsídios para o conde realizar seus experimentos.
Em 27 de fevereiro de 1784 o conde de Saint Germain morreu na residência junto à fabrica cedida pelo príncipe Carlos de Hesse-Kassel. Sua morte foi registrado nos anais da Igreja de São Nicolau em Eckernförde[1] e sepultado no dia 2 de março [2]. No dia 3 de april a cámera e burgomestre de Eckernförde emitiu um proclama de leilão dos poucos pertences deixados pelo conde, já que nenhum parente apareceu para reclamá-los[3]
No final século XIX começaram a aparecer rumores de aparições do conde. St. Germain supostamente teria sido visto em 1835, em Paris, e em 1867, em Milão[carece de fontes]. Adeptos da teosofia foram os proponentes da tal imortalidade do conde, clamando-o como mestre e que ainda estava vivo. Annie Besant, uma teosofista, disse ter conhecido o conde em 1896. Outro teosofista, C. W. Leadbeater, disse tê-lo encontrado em Roma, em 1926. Um piloto americano, após falha mecânica em sua aeronave em 1932, fez um pouso forçado em uma das montanhas isoladas do Tibet;e entre os monges que o trataram, relatou que havia um homem estranho que teria dito Eu sou o Conde de Saint Germain, e em breve voltarei para a França(sic). Nos anos 1970 o francês Richard Chanfray clamava ser o conte.
As lendas
Várias lendas surgiram entorno do Conde de St. Germain, às quais faltam respaldo histórico. Modernamente estas lendas são propaladas por grupos místicos-religiosos.
Dizem que certa vez[carece de fontes], o Conde de St. Germain assombrou a corte do rei Luís XV, quando o rei reclamou para si possuir um diamante de tamanho médio que, por ter um pequeno defeito, valia apenas seis mil libras e que, se tal falha não existisse, valeria pelo menos o dobro. St. Germain solicitou a pedra e, após um mês, devolveu-a ao joalheiro real, com o mesmo peso, sem que apresentasse a mínima anomalia.
Vários relatos afirmam ter o Conde uma imagem imutável, pois sempre aparentava ter por volta de 45 anos. Madame d'Adhemar, biógrafa e dama da corte de Maria Antonieta, conheceu St. Germain, em Paris, perto de 1760 e relata, em suas memórias, datadas de 12 de maio de 1821, que havia reencontrado o Conde de St. Germain na vigília da morte do Duque de Berry, em 1815, ou seja, 55 anos após, e que incrivelmente, ele aparentava os 45 anos de sempre, não havia envelhecido. Segundo as memórias de Giacomo Casanova, o músico Rameau e Madame de Gergy juraram ter conhecido o Conde de St. Germain em Veneza, em 1710, usando o nome de Marquês de Montferrat, e tê-lo reencontrado com a imutável aparência, em 1775 (se verdade, destruiria as hipóteses de o Conde ser filho do príncipe Francis II Rákóczi ou da Madame de Neubourg).
Homem de personalidade hipnótica, frequentava a corte ocasionalmente e se tornava o centro das atenções em qualquer reunião mas, estranhamente, nunca ninguém o viu comer ou beber o que quer que seja publicamente[carece de fontes]. A origem de sua renda também é um enigma, pois era um homem rico, detentor de várias pedras preciosas, incluindo diamantes, que gostava de presentear, uma opala, de tamanho monstruoso, e uma safira branca, tão grande quanto um ovo, e de fartura em ouro, sem que se soubesse de onde procediam. Tinha a fama de possuir o elixir da juventude e a pedra filosofal. Conta-se que ele era capaz de produzir diamantes a partir de pedras pequenas comuns. Os diamantes que decoravam seus sapatos valiam a soma considerável de duzentos mil francos. Madame du Hausset relata que, certa vez, estava na presença do Conde e da rainha Maria Antonieta enquanto ele mostrava algumas jóias a ambas; Madame du Hausset comentou brevemente sobre a beleza de uma cruz, decorada com pedras brancas e verdes; no mesmo momento, o Conde quis presenteá-la com a jóia, o que foi recusado. Por insistência da rainha, que achava ser o artefato falso, ela aceitou. Depois de algum tempo Madame du Hausset solicitou ao joalheiro real que avaliasse a cruz, constatando ser ela verdadeira e de valor inestimável.
"Um homem que sabe tudo e que nunca morre" disse Voltaire a respeito do Conde de St. Germain[carece de fontes]. Assim era visto o Conde na época, já que frustrara várias tentativas, por parte de inúmeras pessoas, em desvendar os verdadeiros fatos sobre a sua origem. Rumores afirmam que o Conde Cagliostro era seu discípulo. O Conde também tinha o hábito de aparecer subitamente em uma roda social e depois sumir por vários anos, sem deixar traços.
Papel em sociedades místico-religiosas
Algumas sociedades místicas afirmam ter Saint Germain reencarnado várias vezes, anteriormente, sob a pele de figuras históricas como o Profeta Samuel, Santo Albano, o filósofo grego Proclo, José, pai de Jesus, o mago Merlin, o frade alquimista Roger Bacon, o fundador do Rosacrucianismo Christian Rosenkreuz, o navegador Cristóvão Colombo, o fundador do espiritismo Allan Kardec, o político inglês Francis Bacon, tendo sido nesta encarnação o verdadeiro autor das obras atribuídas ao dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare.
Hoje em dia, segundo estes místicos, seria um dos Chohans dos Sete Raios. Os Chohans, Senhores, Diretores ou Mestres dos Sete Raios relacionados com a evolução no plano físico cósmico, trabalham em plena harmonia entre si para executarem o Plano Divino.
Chama Violeta
Para alguns, Saint Germain é o "Mestre Ascenso do Sétimo Raio", que emana a chama violeta, e que seria a mais poderosa força espiritual atualmente presente no planeta, uma energia de desobstrução, um fogo sagrado e luz de intenso brilho que produz a queima dos carmas.
Atualmente estaríamos entrando na sétima era, a Era de Aquarius. Saint Germain seria o Senhor, Mestre e Chohan (Regente) do Sétimo Raio de Luz Cósmica, que é o raio violeta da purificação, transformação e liberdade, que atua de forma dinâmica através de sua manifestação como chama.
Como possibilitaria a redenção pessoal através da dissolução e incineração cármica, a chama violeta é também a chama da misericórdia, uma vez que é um instrumento que possibilitaria a melhora pessoal e ascensão espiritual, instrumento criado e outorgado pelo Divino, pelo emanador dos raios cósmicos — O Grande Sol Central.
No Brasil, o Avatar da Era de Ouro de Aquário tem vários grupos que divulgam seus ensinamentos. Entre eles estão a Fraternidade dos Guardiães da Chama e o Movimento da Consciência Suprema Una.
Obras
* Peças musicais (Diversas), que são executadas até hoje em Eckernförde;
* Santíssima Trinosofia (o original, séc. XVIII, acha-se atualmente na Bibliothéque de Troyes, França) (O único escrito realmente atribuído ao Conde de Saint Germain).
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Mestre Kuthumi
Mestre Kuthumi foi diretor deste Raio até o ano de 1956, quando então juntamente com o também Ascencionado Mestre Jesus Sananda, foi elevado à categoria de Instrutor do Mundo.
Mestre Kuthumi foi Pitágoras (500 AC.). Ele fundou uma escola em Crofona no sul da Itália, onde fez diversas descobertas em diversos campos da matemática, astronomia e música. Ele determinou que o mundo era redondo, que os planetas produziam a música das Esferas, que o verdadeiro ser do Homem é imortal e deve reencarnar várias vezes até conseguir a ascensão. Nos tempos bíblicos, ele foi Gaspar, um dos três sábios (Reis magos).
Poderia ter ascendido antes, mas adiou sua ascensão, assim como o fez o Mestre El Morya, afim de fazer surgir a Teosofia.
Mais tarde Mestre Kuthumi encarnou como São Francisco de Assis (por volta de 1200 DC). Tinha grande amor pelos animais, ajudou milhares deles a alcançar o ponto em que não precisassem mais reencarnar. Mestre Kuthumi era um homem muito paciente e gentil. Poderia passar horas ou um dia inteiro observando uma flor desabrochar plenamente. Em uma encarnação posterior Kuthumi construiu o Tajmahal na Índia, 1640 DC, uma das construções mais belas de todo o mundo. Em sua última encarnação, Ele e o Mestre El Morya foram instrumentados para que a Teosofia surgisse. Mestre Kuthumi manteve uma encarnação na Índia durante 300 anos e ascensionou em um vale das Montanhas Himalaia por volta de 1889.
A missão do Mestre Kuthumi e de seu sucessor Amado Mestre Lanto e do atual Chohan do segundo Raio, Mestre Confúcio, é melhorar o conhecimento dos países e das raças, dedicando-lhes muita atenção. Só quando a mente externa da humanidade, o coração compreensivo falar realizar-se-á a verdadeira Fraternidade Universal. O Raio Dourado representa a segunda pessoa da Santíssima Trindade, também chamado FILHO e a sua atuação constitui para o ser humano, uma das etapas mais espinhosas no processo de desenvolvimento, porque embora a Sabedoria aparente ser paz e serenidade (visto que não é provada pela força e sim pela paciência interior), exige a difícil virtude de saber escutar e esperar.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Mestre Djwhal Khul
"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com vocês!"
A Proposição
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A Proposição
1 - Somente direi que sou um discipulo tibetano de certo grau; isto pode significar muito pouco para vocês, porque todos são discipulos, desde o aspirante mais humilde até o mais adiantado do Cristo.
2 - Tive corpo físico o mesmo que todos os homens; residi nos confins do Tibet e, as vezes (do ponto de vista exotérico), quando me permitiram minhas obrigações, presidi um grupo numeroso de lamas tibetanos. A isto se deve a difusão de que sou um abade desse monastério lamásico. Aqueles que estão associados comigo no trabalho da Hierarquía (todos os verdadeIros discípulos que estão unidos neste trabalho) me conhecem também com outro nome e cargo. Conhecem dois de meus nomes.
3 - Sou um irmão que já andou um pouco mais pelo caminho e, por conseguinte, tenho mais responsabilidades que o estudante comum. Tenho lutado e me esforçado no aberto caminho até a luz e logrado maior quantidade de luz que o aspirante que lerá este comunicado, por tanto, tenho que atuar como um transmissor de luz, custe o que custar.
4 - Não sou um homem velho, com respeito ao que a idade pode significar em um instrutor, nem tão pouco sou jovem e inexperiente. Meu trabalho consiste em ensinar a dinfundir o conhecimento da Sabedoria Eterna onde quer que encontre resposta, e é isto o que estou fazendo há muitos anos.
5 - Trato também de ajudar aos Mestres Mórya e Kuthumi em todos os momentos, porque estou relacionado à Eles e aos Seus trabalhos.
6 - O exposto até aquí encerra muito, e não lhes digo nada que possa induzir-lhes a oferecer-me a sua obediencia e a louca devoção que o aspirante emocional brinda ao Guru e ao Mestre com quem ainda não está em condições de tomar contacto, nem o pode desejá-lo porque ainda não trasmutou a devoção emocional em desinteressado serviço a humanidade, não ao Mestre.
7 - Se o que vos ensino, representa a verdade e a instruçao ministrada eleva a aspiração e a vontade de servir desde o plano das emoções ao plano mental (o plano onde podem falar os Mestres).
8 - Se o ensinamneto encontra eco na mente iluminada do trabalhador mundial e se a instrução o desperta , só assim aceitarás tais ensinamentos.
9 - Se estas afirmações forem comprovadas oportunamente e consideradas como verdadeiras, sob a prova da Lei da Correspondencias, muito bem, porém se isto não é assím, não aceite o exposto.
Amorosamente Eu Sou,
Mestre Djwhal Khul
2 - Tive corpo físico o mesmo que todos os homens; residi nos confins do Tibet e, as vezes (do ponto de vista exotérico), quando me permitiram minhas obrigações, presidi um grupo numeroso de lamas tibetanos. A isto se deve a difusão de que sou um abade desse monastério lamásico. Aqueles que estão associados comigo no trabalho da Hierarquía (todos os verdadeIros discípulos que estão unidos neste trabalho) me conhecem também com outro nome e cargo. Conhecem dois de meus nomes.
3 - Sou um irmão que já andou um pouco mais pelo caminho e, por conseguinte, tenho mais responsabilidades que o estudante comum. Tenho lutado e me esforçado no aberto caminho até a luz e logrado maior quantidade de luz que o aspirante que lerá este comunicado, por tanto, tenho que atuar como um transmissor de luz, custe o que custar.
4 - Não sou um homem velho, com respeito ao que a idade pode significar em um instrutor, nem tão pouco sou jovem e inexperiente. Meu trabalho consiste em ensinar a dinfundir o conhecimento da Sabedoria Eterna onde quer que encontre resposta, e é isto o que estou fazendo há muitos anos.
5 - Trato também de ajudar aos Mestres Mórya e Kuthumi em todos os momentos, porque estou relacionado à Eles e aos Seus trabalhos.
6 - O exposto até aquí encerra muito, e não lhes digo nada que possa induzir-lhes a oferecer-me a sua obediencia e a louca devoção que o aspirante emocional brinda ao Guru e ao Mestre com quem ainda não está em condições de tomar contacto, nem o pode desejá-lo porque ainda não trasmutou a devoção emocional em desinteressado serviço a humanidade, não ao Mestre.
7 - Se o que vos ensino, representa a verdade e a instruçao ministrada eleva a aspiração e a vontade de servir desde o plano das emoções ao plano mental (o plano onde podem falar os Mestres).
8 - Se o ensinamneto encontra eco na mente iluminada do trabalhador mundial e se a instrução o desperta , só assim aceitarás tais ensinamentos.
9 - Se estas afirmações forem comprovadas oportunamente e consideradas como verdadeiras, sob a prova da Lei da Correspondencias, muito bem, porém se isto não é assím, não aceite o exposto.
Amorosamente Eu Sou,
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AS “MAIS NOVAS VERDADES” NOS ENSINAMENTOS DO TIBETANO
O Tibetano nos deu detalhadamente o que Ele considera como “mais novas verdades”, de cuja divulgação se fez responsável. Enumera-as como se segue:
1 - Ensinamento sobre Shamballa, que compreende:
a) A natureza do aspecto vontade.
b) O propósito subjacente de Sanat Kumara.
c) A construção do antahkarana, primeiro passo para a consciência monádica e para o Caminho da Evolução Superior.
2 - Ensinamento sobre o Novo Discipulado, compreendendo:
a) A nova atitude dos Mestres para com seus discípulos.
b) As informações sobre a constituição da Hierarquia, com seus diversos ashramas, dentro do ashrama de Sanat Kumara.
c) O novo tipo de meditação que acentua a visualização e o uso da imaginação criativa, junto com a nota-chave de fusão e serviço grupais.
3 - Ensinamento sobre os Sete Raios, que acentua a importância deste ensinamento, do ângulo psicológico, porque a nova psicologia está em formação. Se o ensinamento esotérico é eventualmente apresentado ao público, será ensinado em linhas psicológicas, porque tal ensinamento, no seu sentido mais pleno e profundo, concerne ao aspecto consciência do homem e de Deus.
4 - Ensinamento sobre a Nova Astrologia, que proporciona considerável informação para estabelecer a futura astrologia sobre uma base sólida.
5 - Informação sobre o Novo Grupo de Servidores do Mundo, que compreende:
a) O reconhecimento deste grupo como intermediário entre a Hierarquia e a Humanidade.
b) A Natureza de seu trabalho, na medida que influi na alma humana quando, pela mediação dos homens e mulheres de boa vontade, determina o período em que vivemos.
c) O trabalho de Triângulos, que compreende simultaneamente uma Rede de luz e uma Rede de boa vontade que operam como canais de comunicação entre a Hierarquia e a humanidade.
6 - A tentativa de formar um ramo exotérico dos ashramas internos, evidenciada no trabalho realizado com um grupo especial de aspirantes e discípulos aceitos, cujas instruções foram publicadas no livro “Discipulado na Nova Era”, volumes I e II.
7 - O ensinamento sobre a Nova Religião Mundial, com ênfase colocada nos principais períodos da Lua Cheia (Áries, Touro e Gêmeos) e os nove períodos menores de plenilúnio de cada ano, que permitem estabelecer a conseguinte relação entre o trabalho do Cristo e do Buda, dando por resultado uma grande expansão da aspiração humana. (Tratado sobre os Sete Raios, Volume V pág. 211/213).
O Tibetano pediu que se realize “um cuidadoso estudo” do que foi dito acima, porque indicará as linhas sobre as quais gostaria de ver expandir-se o trabalho nos anos futuros. Estima que isto é uma instrução importante que poderia ser considerada como o esboço do trabalho que deseja ver realizado. (Idem pág. 214).
Ao estabelecer a lista dos pontos de primordial importância em seu ensinamento, o Mestre Tibetano demonstra novamente o caráter hierárquico da sua missão, ao mesmo tempo em que aceita a responsabilidade de realizar este trabalho. O ashrama de segundo raio de D.K. é, ademais, responsável pelo desenvolvimento de outros aspectos do Plano e do impacto dos mesmos sobre a consciência humana. Será um dos membros da Hierarquia que “exteriorizará” e assumirá um trabalho muito específico no plano físico. Disse-nos que seu interesse será centrado na “cura” e nos diversos aspectos do desenvolvimento “etérico”. Entretanto, estes outros aspectos ashramicos, não formam parte do conteúdo das “mais novas verdades” do seu trabalho com Alice Bailey.
O SÉTUPLO PROPÓSITO DE SANAT KUMARA
No novo ensinamento sobre Shamballa, D.K. insistiu muito sobre o “propósito subjacente de Sanat Kumara”. Alguns dos detalhes sobre este propósito estão definidos no livro “Os Raios e as Iniciações” pág.
203 a 208. Estes sete aspectos do propósito divino encarnam os sete raios de energia que “reorganizarão e redefinirão a empresa hierárquica e inaugurarão assim a nova era”.
O primeiro destes sete propósitos é “o desconhecido, invisível e inaudível propósito de Sanat Kumara”. É o segredo da própria vida e conhecido somente por Ele. Oculta o mistério central que todas as escolas esotéricas - se ajustadas ao impulso inicial - eventualmente revelarão. Na Regra XIII para Discípulos e Iniciados (idem pág. 208), nos dá uma ligeira indicação do que possa ser esse desconhecido e misterioso projeto.
“Concerne ao propósito e razão pela qual encarnou-se nosso Logos Planetário e se converteu na própria Vida que anima nosso planeta, a Terra”, que não é um planeta sagrado. O processo de transformação, transmutação e transfiguração do planeta Terra pode ser resumido numa palavra: redenção. A redenção planetária é, portanto, o campo de atividade no qual estão envolvidos os servidores esotéricos, em cooperação consciente com o Propósito divino. Assim se explica a ênfase que as verdadeiras escolas esotéricas - atuais e futuras - põem sobre o “aspecto Vida”, sobre a vontade divina e sobre o desenvolvimento de uma nova Ioga - a Ioga de síntese - a “Ioga do Fogo”.
TREINAMENTO PARA O DISCIPULADO
Há uma marcada insistência do Tibetano em toda sua obra sobre “o novo discipulado”. Esta ênfase não se deve somente às renovadoras influências da Era de Aquário, mas também ao novo alinhamento planetário entre Shamballa, a Hierarquia e a Humanidade, que trouxe como consequência a reorganização interna da própria Hierarquia, criando, por sua vez, relações e comunicações mais estreitas com Shamballa e com a Humanidade. Ademais, também se deve à crescente e inesperada expansão da consciência humana respondendo ao estímulo espiritual. O Tibetano disse: “a onda de vida espiritual é hoje tão forte e pujante que nos próximos cento e cinquenta anos demonstrarão a natureza real do Reino das Almas, ou de Deus. Isto produzirá mudanças fundamentais nos objetivos imediatos do progresso humano, nos planos dos Mestres, no ensinamento dado e no treinamento apresentado”. O Tibetano continua enumerando os objetivos que agora têm pela frente os discípulos que se treinam para a iniciação, que se encontram no Volume II do “Discipulado na Nova Era”, pág. 262 a 265. Vale a pena examiná-los de perto. Eis aqui um breve resumo dos mesmos:
1 - O sentido de relações planetárias, que desvia a atenção do discípulo de si mesmo e desenvolve sua consciência, levando-o para a síntese, a plenitude e o sentido de integridade e totalidade.
2 - O sentido de “supervisão inteligente”, que leva a um amplo e constante reconhecimento de “um controle enfocado na vida e nas circunstâncias diárias, no futuro e no destino”. Isto lhe dá uma percepção iniciática interna do propósito e de seu plano em desenvolvimento.
3 - O sentido da orientação para a humanidade. Isto implica o “hábito de uma correta orientação” para a humanidade, como um campo de serviço, o que requer descentralização e um novo tipo de sensibilidade para as necessidades do mundo.
4 - O sentido da impressão registrada. Isto concerne à Ciência da Impressão que será oportunamente o “objetivo principal dos sistemas educativos” da nova era. A Hierarquia considera que a humanidade é agora suficientemente inteligente e pode ser treinada para que interprete corretamente.
5 - A evocação da vontade. Isto é, particularmente, um desenvolvimento novo e muito necessário. A vontade é “esse aspecto divino do homem que o põe em harmonia com o propósito divino e logo é controlado por este, inteligentemente entendido em tempo e espaço e complementado pela alma como expressão da aplicação amorosa da vontade”. Cultivar esta percepção de primeiro raio é o “poderoso meio pelo qual os aspectos mais elevados da vontade espiritual (ainda em embrião) podem ser desenvolvidos”.
6 - O sentido do iminente. O verdadeiro discípulo está relacionado com o “espiritualmente iminente”. Isto inclui a aquisição do sentido do momento propício. O discípulo “deve perceber o que está a ponto de precipitar-se no pensamento humano, na vida e nas circunstâncias”, e dar esses passos esotéricos que lhe permitirão reconhecer o que está a ponto de ser revelado ou ser carmicamente útil, tornando-se um colaborador ativo.
Tais são os novos desenvolvimentos do ensinamento que estão à disposição de quem tem um correto enfoque e orientação. Entre estes seis objetivos, os de número 1, 3 e 5 concernem ao trabalho que se deve fazer no seio da substância dos três planos da evolução humana (mental, emocional e físico), nos reinos subumanos da natureza e de todo o planeta, em resposta à realização do Plano e ao reconhecimento do Propósito. Os de números 2, 4 e 6 concernem ao registro na consciência dos planos sutis da mente e do significado e os meios ocultos da comunicação subjetiva entre os estados de consciência.
Isto requer do discípulo em treinamento trabalhar com tal acentuada atenção e estabilidade ashramica que o conhecimento que possua do Mestre e do ashrama não seja de tal preponderância que chegue a deformar a visão do Plano e a perturbar o ritmo do ashrama.
O sentido das relações planetárias substitui no discípulo o sentido das relações humanas, anulando a possibilidade de erro ou negligência nas relações com seus semelhantes. Assim, toma consciência das relações extraplanetárias existentes e também da atividade da evolução Dévica em suas relações com a Hierarquia espiritual.
FUTURAS ESCOLAS DE MISTÉRIOS
O Mestre Tibetano indica que no final do Século XX ou começo do seguinte, virão à existência as novas Escolas de Mistérios. Estas serão estabelecidas por antigos e expertos iniciados, pertencentes ao ashrama, na medida que prossiga a exteriorização da Hierarquia. As escolas estarão divididas em dois grupos. Um preparatório e outro mais avançado. O primeiro para aspirantes e o segundo para iniciados.
D.K. assinala que as Quatorze Regras para Aspirantes (apresentadas no livro “Iniciação Humana e Solar”) e as Quatorze Regras para Discípulos e Iniciados (descritas no livro “Os Raios e as Iniciações”, quinto volume do “Tratado sobre os Sete Raios”) formarão o ensinamento fundamental dos dois tipos de Escolas.
A Ciência da Meditação e a construção consciente do antahkarana serão os dois primeiros passos da formação esotérica em todas as verdadeiras Escolas de Mistérios. Estas disciplinas desenvolvem o sentido da totalidade e síntese que é a percepção oculta e faculdade indispensável para aqueles que serão formados nas novas escolas, os quais serão “os construtores do novo mundo e os educadores da futura opinião”. Tal é o objetivo do ensinamento esotérico da nova era: correta interpretação e total dedicação à reconstrução do mundo.
TRABALHO A REALIZAR
O Mestre Tibetano assinalou claramente o que ele gostaria de ver realizado no presente e no futuro imediato. “O trabalho que deve ser realizado é o seguinte, e não me estenderei sobre o mesmo porque foram treinados para realizá-lo; sabem o que devem fazer e a responsabilidade é de vocês - como o será minha incessante ajuda:
1 - Preparar os homens para o reaparecimento do Cristo. Este é o primeiro e maior dever. A parte mais importante deste trabalho é ensinar aos homens - em ampla escala - a empregar a Invocação para que chegue a ser uma prece mundial, e a enfocar a demanda invocadora da humanidade.
2 - Ampliar o trabalho de Triângulos, de maneira que, subjetiva e etericamente a luz e a boa vontade possam abarcar a Terra.
3 - Promover incessantemente o trabalho de Boa Vontade Mundial, para que cada nação possa ter seu grupo de homens e mulheres dedicados ao estabelecimento de corretas relações humanas. Já possuem o núcleo, devem portanto iniciar a expansão. O princípio da boa vontade está presente em todo o mundo; a tarefa será realmente pesada, mas está longe de ser impossível.
4 - Empreender a constante distribuição de meus livros, que contêm muito ensinamento para a nova era. Em última análise, os livros são para vocês as ferramentas de trabalho e os instrumentos pelos quais treinarão seus trabalhadores. Tratem de que circulem constantemente.
5 - Esforcem-se por fazer do Festival de Wesak um festival universal, que seja reconhecido como de importância para todos os credos. Neste festival dois Guias divinos, do Oriente e do Ocidente, colaboram juntos e trabalham na mais estreita união espiritual; o Cristo e o Buda empregam este festival cada ano como ponto de inspiração para o trabalho do próximo ano. Tratem de fazer o mesmo. Então, as energias espirituais estarão excepcionalmente disponíveis.
6 - Descubram os membros do Novo Grupo de Servidores do Mundo onde for possível e fortaleçam as suas mãos. Busquem-nos em todas as nações e em todas as expressões das distintas linhas de pensamento e pontos de vista. Recordem sempre que em doutrina e dogma e em técnicas e métodos, poderão diferir amplamente de vocês, mas no amor a seus semelhantes, na boa vontade prática e na devoção para o estabelecimento de corretas relações humanas, estão com vocês, são seus iguais e provavelmente possam ensinar-lhes muito.
Que a bênção Daquele a Quem todos servimos seja derramada sobre vocês e os discípulos de todas as partes e que se dediquem plenamente a ajudar aos homens a passar da obscuridade à Luz e da morte à Imortalidade”. (A Exteriorização da Hierarquia, pág. 527 a 528).
O treinamento para o discipulado na Nova Era é pro proporcionado pela Escola Arcana. Os princípios da Sabedoria Eterna são apresentados através da meditação esotérica, do estudo e do serviço como um modo de viver.
O primeiro destes sete propósitos é “o desconhecido, invisível e inaudível propósito de Sanat Kumara”. É o segredo da própria vida e conhecido somente por Ele. Oculta o mistério central que todas as escolas esotéricas - se ajustadas ao impulso inicial - eventualmente revelarão. Na Regra XIII para Discípulos e Iniciados (idem pág. 208), nos dá uma ligeira indicação do que possa ser esse desconhecido e misterioso projeto.
“Concerne ao propósito e razão pela qual encarnou-se nosso Logos Planetário e se converteu na própria Vida que anima nosso planeta, a Terra”, que não é um planeta sagrado. O processo de transformação, transmutação e transfiguração do planeta Terra pode ser resumido numa palavra: redenção. A redenção planetária é, portanto, o campo de atividade no qual estão envolvidos os servidores esotéricos, em cooperação consciente com o Propósito divino. Assim se explica a ênfase que as verdadeiras escolas esotéricas - atuais e futuras - põem sobre o “aspecto Vida”, sobre a vontade divina e sobre o desenvolvimento de uma nova Ioga - a Ioga de síntese - a “Ioga do Fogo”.
TREINAMENTO PARA O DISCIPULADO
Há uma marcada insistência do Tibetano em toda sua obra sobre “o novo discipulado”. Esta ênfase não se deve somente às renovadoras influências da Era de Aquário, mas também ao novo alinhamento planetário entre Shamballa, a Hierarquia e a Humanidade, que trouxe como consequência a reorganização interna da própria Hierarquia, criando, por sua vez, relações e comunicações mais estreitas com Shamballa e com a Humanidade. Ademais, também se deve à crescente e inesperada expansão da consciência humana respondendo ao estímulo espiritual. O Tibetano disse: “a onda de vida espiritual é hoje tão forte e pujante que nos próximos cento e cinquenta anos demonstrarão a natureza real do Reino das Almas, ou de Deus. Isto produzirá mudanças fundamentais nos objetivos imediatos do progresso humano, nos planos dos Mestres, no ensinamento dado e no treinamento apresentado”. O Tibetano continua enumerando os objetivos que agora têm pela frente os discípulos que se treinam para a iniciação, que se encontram no Volume II do “Discipulado na Nova Era”, pág. 262 a 265. Vale a pena examiná-los de perto. Eis aqui um breve resumo dos mesmos:
1 - O sentido de relações planetárias, que desvia a atenção do discípulo de si mesmo e desenvolve sua consciência, levando-o para a síntese, a plenitude e o sentido de integridade e totalidade.
2 - O sentido de “supervisão inteligente”, que leva a um amplo e constante reconhecimento de “um controle enfocado na vida e nas circunstâncias diárias, no futuro e no destino”. Isto lhe dá uma percepção iniciática interna do propósito e de seu plano em desenvolvimento.
3 - O sentido da orientação para a humanidade. Isto implica o “hábito de uma correta orientação” para a humanidade, como um campo de serviço, o que requer descentralização e um novo tipo de sensibilidade para as necessidades do mundo.
4 - O sentido da impressão registrada. Isto concerne à Ciência da Impressão que será oportunamente o “objetivo principal dos sistemas educativos” da nova era. A Hierarquia considera que a humanidade é agora suficientemente inteligente e pode ser treinada para que interprete corretamente.
5 - A evocação da vontade. Isto é, particularmente, um desenvolvimento novo e muito necessário. A vontade é “esse aspecto divino do homem que o põe em harmonia com o propósito divino e logo é controlado por este, inteligentemente entendido em tempo e espaço e complementado pela alma como expressão da aplicação amorosa da vontade”. Cultivar esta percepção de primeiro raio é o “poderoso meio pelo qual os aspectos mais elevados da vontade espiritual (ainda em embrião) podem ser desenvolvidos”.
6 - O sentido do iminente. O verdadeiro discípulo está relacionado com o “espiritualmente iminente”. Isto inclui a aquisição do sentido do momento propício. O discípulo “deve perceber o que está a ponto de precipitar-se no pensamento humano, na vida e nas circunstâncias”, e dar esses passos esotéricos que lhe permitirão reconhecer o que está a ponto de ser revelado ou ser carmicamente útil, tornando-se um colaborador ativo.
Tais são os novos desenvolvimentos do ensinamento que estão à disposição de quem tem um correto enfoque e orientação. Entre estes seis objetivos, os de número 1, 3 e 5 concernem ao trabalho que se deve fazer no seio da substância dos três planos da evolução humana (mental, emocional e físico), nos reinos subumanos da natureza e de todo o planeta, em resposta à realização do Plano e ao reconhecimento do Propósito. Os de números 2, 4 e 6 concernem ao registro na consciência dos planos sutis da mente e do significado e os meios ocultos da comunicação subjetiva entre os estados de consciência.
Isto requer do discípulo em treinamento trabalhar com tal acentuada atenção e estabilidade ashramica que o conhecimento que possua do Mestre e do ashrama não seja de tal preponderância que chegue a deformar a visão do Plano e a perturbar o ritmo do ashrama.
O sentido das relações planetárias substitui no discípulo o sentido das relações humanas, anulando a possibilidade de erro ou negligência nas relações com seus semelhantes. Assim, toma consciência das relações extraplanetárias existentes e também da atividade da evolução Dévica em suas relações com a Hierarquia espiritual.
FUTURAS ESCOLAS DE MISTÉRIOS
O Mestre Tibetano indica que no final do Século XX ou começo do seguinte, virão à existência as novas Escolas de Mistérios. Estas serão estabelecidas por antigos e expertos iniciados, pertencentes ao ashrama, na medida que prossiga a exteriorização da Hierarquia. As escolas estarão divididas em dois grupos. Um preparatório e outro mais avançado. O primeiro para aspirantes e o segundo para iniciados.
D.K. assinala que as Quatorze Regras para Aspirantes (apresentadas no livro “Iniciação Humana e Solar”) e as Quatorze Regras para Discípulos e Iniciados (descritas no livro “Os Raios e as Iniciações”, quinto volume do “Tratado sobre os Sete Raios”) formarão o ensinamento fundamental dos dois tipos de Escolas.
A Ciência da Meditação e a construção consciente do antahkarana serão os dois primeiros passos da formação esotérica em todas as verdadeiras Escolas de Mistérios. Estas disciplinas desenvolvem o sentido da totalidade e síntese que é a percepção oculta e faculdade indispensável para aqueles que serão formados nas novas escolas, os quais serão “os construtores do novo mundo e os educadores da futura opinião”. Tal é o objetivo do ensinamento esotérico da nova era: correta interpretação e total dedicação à reconstrução do mundo.
TRABALHO A REALIZAR
O Mestre Tibetano assinalou claramente o que ele gostaria de ver realizado no presente e no futuro imediato. “O trabalho que deve ser realizado é o seguinte, e não me estenderei sobre o mesmo porque foram treinados para realizá-lo; sabem o que devem fazer e a responsabilidade é de vocês - como o será minha incessante ajuda:
1 - Preparar os homens para o reaparecimento do Cristo. Este é o primeiro e maior dever. A parte mais importante deste trabalho é ensinar aos homens - em ampla escala - a empregar a Invocação para que chegue a ser uma prece mundial, e a enfocar a demanda invocadora da humanidade.
2 - Ampliar o trabalho de Triângulos, de maneira que, subjetiva e etericamente a luz e a boa vontade possam abarcar a Terra.
3 - Promover incessantemente o trabalho de Boa Vontade Mundial, para que cada nação possa ter seu grupo de homens e mulheres dedicados ao estabelecimento de corretas relações humanas. Já possuem o núcleo, devem portanto iniciar a expansão. O princípio da boa vontade está presente em todo o mundo; a tarefa será realmente pesada, mas está longe de ser impossível.
4 - Empreender a constante distribuição de meus livros, que contêm muito ensinamento para a nova era. Em última análise, os livros são para vocês as ferramentas de trabalho e os instrumentos pelos quais treinarão seus trabalhadores. Tratem de que circulem constantemente.
5 - Esforcem-se por fazer do Festival de Wesak um festival universal, que seja reconhecido como de importância para todos os credos. Neste festival dois Guias divinos, do Oriente e do Ocidente, colaboram juntos e trabalham na mais estreita união espiritual; o Cristo e o Buda empregam este festival cada ano como ponto de inspiração para o trabalho do próximo ano. Tratem de fazer o mesmo. Então, as energias espirituais estarão excepcionalmente disponíveis.
6 - Descubram os membros do Novo Grupo de Servidores do Mundo onde for possível e fortaleçam as suas mãos. Busquem-nos em todas as nações e em todas as expressões das distintas linhas de pensamento e pontos de vista. Recordem sempre que em doutrina e dogma e em técnicas e métodos, poderão diferir amplamente de vocês, mas no amor a seus semelhantes, na boa vontade prática e na devoção para o estabelecimento de corretas relações humanas, estão com vocês, são seus iguais e provavelmente possam ensinar-lhes muito.
Que a bênção Daquele a Quem todos servimos seja derramada sobre vocês e os discípulos de todas as partes e que se dediquem plenamente a ajudar aos homens a passar da obscuridade à Luz e da morte à Imortalidade”. (A Exteriorização da Hierarquia, pág. 527 a 528).
O treinamento para o discipulado na Nova Era é pro proporcionado pela Escola Arcana. Os princípios da Sabedoria Eterna são apresentados através da meditação esotérica, do estudo e do serviço como um modo de viver.
Nascimento de Palas Athena (Minerva)
Narra o mito que a Sabedoria e a Justiça, personificadas pela deusa grega Athena, é fruto de Métis (a astúcia, a inteligência) com o poderoso Zeus, ordenador do Cosmos.
Após ter sido proferido pelo oráculo que, se Zeus tivesse uma filha, ela se tornaria ainda mais poderosa que ele, Zeus tratou de engolir Métis para impedir o nascimento. Assim, Athena é gerada na cabeça do soberano do Olimpo (por isso, a deusa é associada ao lógos).
Findado o período de gestação, o supremo deus começou a sentir terríveis dores de cabeça, pois enquanto a Justiça não nasce, elas são inevitáveis.
Desesperado e no limite, Zeus ordena ao ferreiro divino Hefestos (Vulcano) que lhe abra a cabeça. Mesmo a contragosto, com técnica e precisão, desferra-lhe o machado de ouro certeiro e todos se surpreendem ao verem surgir, imponente e armada, pronta para a guerra, a deusa Palas Athena.
Palas significa "a donzela", pois a poderosa filha pede ao pai para manter-se sempre virgem e, desta forma, impor-se com a autoridade de quem não se deixa seduzir ou corromper.
Sua principal característica física é o porte altivo. Invocando a proteção de Athena sobre todo e qualquer embate, tem-se a vitória como certa, uma vez que Palas Athena é sempre acompanhada por Niké (a vitória).
A Espada de Athena: Arma para fazer valer a Justiça
Com a espada de ouro em punho ou lança resplandescente (numa imagem mais arcáica), que fora presente do deus da techné Hefestos, Athena já nasce fortemente armada, pronta para a guerra. Mas o combate da deusa grega é diferente da guerra do bélico deus Ares.
Na mitologia grega, Ares, é o cruel deus da guerra, da carnificina. Individualista, não titubeia em impor sua caprichosa vontade a quem quer que seja. Enaltecido pelos Romanos, impulsivo, Ares é um deus de caráter epimetéico: primeiro age, depois pensa.
Pensar é atividade da mente, do elemento Ar, este sim, distingüe os homens das bestas. Daí a prudente razoabilidade de Athena ser tão necessária à manutenção da ordem (Cosmos) e à evolução do espírito humano.
De gosto pelo desafio da conquista, Ares é acompanhado de Éris (a Discórdia), que com seu archote em chamas acende o furor no coração dos soldados e seus filhos, Deimos (terror) e Phóbos (medo), também servidores fiéis desse funesto deus.
O espetáculo hediondo da carnificina causa horror a deusa Athena. Os gregos sempre preferiram a sábia, justa guerreira Palas Athena, filha da razão do soberano do Olimpo. Athena é também patrona da guerra, mas trata-se do combate feito com inteligência e astúcia, motivado por um ideal honroso, guerra somente enquanto último recurso, quando torna-se insuficiente a lúcida resolução diplomática e pacífica de qualquer polêmica. Uma batalha também pode ser encarada como última e importante argumentação na defesa da justiça quando todas as outras falharam.
Sempre às turras com seu inimigo Ares, pois nem sempre encontram-se do mesmo lado na batalha, Palas (a donzela) será a única mulher a imiscuir-se aos homens, sendo sempre respeitada por eles. Antes do começo da batalha, eles sentem sua presença inspiradora e com isso anseiam mostrar seu heroísmo. “Sacudindo a terrível égide, a deusa brada e corre veloz entre as fileiras convocadas à batalha. Um momento atrás, esses homens haviam aplaudido com júbilo a idéia de voltar para sua pátria; agora a esquecem por completo: o espírito da deusa faz agitar todos os corações com ardor bélico”.
Renomados heróis como Tideu, Hércules, Ulisses e Aquiles dobram-se aos seus sábios conselhos.
Quanto ao herói Tideu, Athena foi sua fiel companheira de batalha, até quis torná-lo imortal. Aproximou-se do herói ferido de morte trazendo na mão a bebida da imortalidade. Mas ele estava a ponto de fender violentamente o crânio do adversário morto para sugar-lhe o cérebro. Horrorizada, a deusa retrocedeu e o protegido para quem ela cogitava o mais elevado destino mergulhou na morte comum, pois tinha desonrado a si mesmo.
“Athena seria mulher porque os orgulhosos heróis que se deixaram conduzir por ela não se submeteriam tão facilmente a um varão, mesmo que fosse um deus”.
Quando em fúria cega Aquiles está prestes a liquidar Agamêmnon, Athena toca seu ombro e o aconselha a dominar-se, contentando-se em ofender o Atrida somente com palavras. O herói prontamente guarda a espada já desembainhada.
Refletindo sobre a máxima de Heráclito: “A Guerra é Pai de todas as coisas”, é pela espada de Athena que se impõe a Justiça.
Cabeça da Medusa incrustada como efígie na Égide de Athena
Athena carrega, no peitoral de sua armadura a cabeça de Medusa, a rainha das Górgonas.
As Górgonas são três irmãs (Medusa, a dominadora; Euríale, a errante e Esteno, a violenta) que simbolizam os inimigos interiores que temos de evitar. São deformações monstruosas da psique nascidas do desvirtuar de três pulsões humanas: sociabilidade (Esteno), sexualidade (Euríale) e espiritualidade (Medusa). Como a perversão espiritual prevalece sobre as outras, Medusa é conhecida como rainha das Górgonas.
A perversão da pulsão espiritual, por excelência, é a vaidade (imaginação exaltada em relação a si mesma) que é simbolizada pela serpente. Em Medusa, inúmeras serpentes coroam sua cabeça.
No frontispício do templo de Apollo (irmão de Athena), deus da harmonia, lêem-se as palavras que resumem toda a verdade oculta dos mitos: “conhece-te a ti mesmo”. A única condição do conhecimento de si mesmo é a confissão das intenções ocultas, que, por serem culpáveis, são habitualmente maquiadas pela vaidade (por uma justiça falsa, pois sem mérito, infundada). A inscrição reveladora significa, portanto: desmascara tua falsa razão, ou, o que dá no mesmo, aniquila tua vaidade. Faz-se necessário a clarividência em relação a si mesmo, o inverso do ofuscamento vaidoso e petrificante.
Ver Medusa significa: reconhecer a vaidade culposa, perceber a nu suas falsas razões, suas intenções ocultas, o que ninguém consegue confessar a si mesmo, da qual ninguém suporta a visão.
A cabeça da Medusa foi presente do herói Perseu, a quem a deusa Athena auxiliou em combate emprestando-o seu escudo, para que não a encarasse de frente e ficasse estagnado. O escudo reluzente de Athena, ao refletir a imagem verídica das coisas e dos seres, permite conhecer a si mesmo: é o espelho da verdade. Neste escudo, o homem se vê tal como é, e não como gosta de imaginar ser.
Athena é a deusa da combatividade espiritual (as três manifestações da elevação espiritual são a verdade, a beleza e a bondade). A sapiência, o amor pela verdade é a condição para ascender ao conhecimento de si e, em conseqüência, para adentrar na harmonia (Apollo).
Para derrotar a Medusa, foi necessário que o herói a surpreendesse enquanto dormia pois o homem somente é lúcido e apto ao combate espiritual quando a exaltação de sua vaidade não está desperta. Arma muito cobiçada, mesmo morta, a cabeça da Medusa continuou mantendo seu poder de petrificar quem a encarasse de frente.
Contra a culpabilidade advinda da exaltação vaidosa dos desejos, não há senão um único meio de salvaguarda: realizar a justa medida, a harmonia.
A deusa, símbolo da combatividade que inspira o amor à verdade, convida os mortais a reconhecerem-se em Medusa, incitando-os à luta contra a mentira essencial, a mentira subconscientemente desejada, o recalcamento, as falsas razões. A cabeça cortada prova que a Medusa não é invencível.
Antes de merecer o apoio de Athena, todo mortal deve encarar o símbolo da decadência espiritual (a vaidade). Somente assim têm-se certeza de que sua reivindicação não oculta outra intenção, ou seja, não é capricho, teimosia. Ante a imagem da Medusa, quem busca a deusa clamando por justiça tem somente duas possibilidades: contar com sua proteção (vitória certa), se já passou pela prova da Medusa, ou imobilizar-se no pânico e petrificar-se.
Coruja de Minerva
As aves, por serem consideradas os seres mais próximos dos deuses, foram, conforme suas características e atribuições, associadas a eles. A soberana águia acompanhava o poderoso Zeus, o imponente pavão, sua consorte e protetora dos amores legítimos: a deusa Hera. À atenta coruja coube a companhia da sábia Athena.
Vemos a imagem da coruja, símbolo de uma vigilância constantemente alerta, nas mais antigas moedas atenienses. A coruja, em grego gláuks “brilhante, cintilante”, enxerga nas trevas. Um dos epítetos de Athena é “a de olhos gláucos” (esverdeados).
Em latim é Noctua, “ave da noite”. Noturna, relacionada com a lua, a coruja incorpora o oposto solar. Observem que Atena é irmã de Apollo (Sol). É símbolo da reflexão, do conhecimento racional aliado ao intuitivo que permite dominar as trevas. Apesar de haver uma forte associação desta ave à escuridão e a sentimentos tenebrosos, o que é natural a um ser noturno, o fato de ela ter sido (devido a suas específicas características) atribuída à deusa Athena também a tornou símbolo do conhecimento e da sabedoria para muitos povos.
A coruja é uma excelente conhecedora dos segredos da noite. Enquanto os homens dormem, ela fica acordada, de olhos arregalados, banhada pelos raios da sua inspiradora Lua. Vigiando os cemitérios ou atenta aos cochichos no breu, essa embaixadora das trevas sabe tudo o que se passa, tendo-se tornado em muitas culturas uma profunda e poderosa conhecedora do oculto.
Havia uma antiga tradição segundo a qual quem como carne de coruja participa de seus poderes divinatórios, de seus dons de previsão e presciência. A coruja tornou-se assim atributo tradicional dos mânteis, daqueles que praticam a mântica, a arte do divinatio, da adivinhação, simbolizando-lhes o dom da clarividência.
Eis a ave da deusa da Sabedoria e da Justiça: atenta coruja, cujo pescoço gira 360º, possuidora de olhos luminosos que, como Zeus, enxergam “O todo”. Devido a todos esses atributos, a Coruja simboliza também a Filosofia, os Professores e nossa proposta de Conhecimentos Sem Fronteiras: integrar todas as formas de conhecimento com o olhar para O Todo.
Na introdução de sua obra Filosofia do Direito, o Filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1830), escreve o seguinte.
Quando a filosofia pinta cinza sobre o grisalho,
uma forma de vida já envelheceu e, com o cinza
sobre cinza não se pode rejuvenescer, apenas reconhecer;
A coruja de Minerva alça seu vôo
somente com o início do crepúsculo.
Lembrando que Palas Athena é o complemento divino de Mestre Hilarion,
ela atua no quinto raio cósmico da Cura e da Verdade.
Namastê!
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