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domingo, 29 de dezembro de 2013

Picão preto (Bidens pilosa L.)



Outros nomes: amor-de-burro, amor-seco, carrapicho, carrapicho-agulha, carrapicho-cuambu, carrapicho-de-agulha, carrapicho-de-duas-pontas, carrapicho-picão, coambi, cuambri, cuambú, erva-de-picão, erva-picão, erva-pilão, fura-capa, furacapa, goambú, macela-do-campo, paconca, gariofilata, picão, picacho, picacho-negro, picão-do-campo, pico-pico, espinho-de-agulha, goambu, macela-do-campo, carrapicho-de-cavalo, pirco, pau-pau, piolho-de-padre; beggar ticks (inglês); aceitilla (espanhol).


Família: Asteraceae.


Nomes Botânicos: Bidens adhaerescens Vell., Bidens alausensis Kunth, Bidens chilensis DC., Bidens hirsuta Nutt., Bidens leucantha (L.) Willd, Bidens montaubani Phil., Bidens reflexa Link, Bidens scandicina Kunth, Bidens sundaica var. Minor Blume, Coreopsis leucantha L., Kerneria pilosa Lowe., Bidens bipinnatus L.


Partes Usadas: toda planta.

Sabor: amargo e refrescante.

Constituintes Químicos: acetilenos, ácido-p-cumárico, ácido linólico, ácido linoléico, ácido nicotínico, ácidos orgânicos, ácido salicílico, ácido tânico, aminas, beta-amirina, bioflavonóides, chalconas, cálcio, candineno, esculetina, esteróis, a-felandreno, fenilacetileno (1-fenil-1,3-diin-5-en-7-ol-acetato), fenilheptatriina, flavonóides, fitosterina-B, fitosteróis, fósforo, friedelina, friedelan-3-beta-ol, glicosídeos de aurona, glicosídeos (flavona matoxilado, quercetin-3,3\\\\\\\\\\\\\\\'-dimetoxi-7-0-a-L-ramnopiranosil-(1®6)-b-D-glucopiranose, quercetin-3,3\\\\\\\\\\\\\\\'-dimetoxi-7-0-b-D-glucopiranose); beta-D-glucopiranosiloxi-3-hidroxi-6(E)-tetradeceno-8, 10, 12-triino; hidrocarbonetos, limoneno, lupeol, mucilagem, okanina-3-glicosídeo, óleo essencial, a-pineno, policatilenos, poliacetilenos, quercetina, sais de potássio, sílica, beta-sitosterol, taninos, timol, tridecapentin-1-eno; trideca-2, 12-dieno-4, 6, 8, 10-tetraina-1-ol, trideca-3, 11-dieno-5, 7, 9-triina-1, 2-diol, trideca-5-eno-7, 9, 11-trieno-3-ol; triterpenos, xantofilina.

Propriedades Medicinais: adstringente; amargo; antiartrítico; antibacteriano; antibiótico; antiblenorrágico; antidiarréico (flores); antidissentérico; antiedêmico; antiemético; antiescorbútico; antiespasmódico; anti-hemorroidário; antiinflamatório; antileucorréico; antimalárico; antimicrobiano; antipirético; anti-reumático; anti-séptico; aperitivo; carminativo; catártico; cercaricida; cicatrizante; depurativo; diurético; emenagogo; emoliente; estimulante; expectorante; galactagogo; hemostático; hepatoprotetor; hipoglicemiante drástico; hipotensivo; hipotensor; mucilaginoso; odontálgico (raiz); sedativo; sialagogo; tranqüilizante; vermífugo; vulnerário; anti-fermentativo; antioxidante; antiulcerativo; antitumoral; antiviral;

Indicações (Uso Interno): desobstruente do fígado; tônico do sangue; abscessos; aftas; amigdalite; angina; ativa o pâncreas na distribuição de insulina; blenorragia; cefaléias; colesterol; cólicas; cólica infantil; conjuntivite; diabete; disenteria; dismenorréia; distúrbios da menstruação; dores osteoarticulares; para perda de peso; ingurgitamento das glândulas mamárias; envenenamento; distúrbios hepáticos; dores de cabeça; dor de dente; edemas; escorbuto; fadiga; faringite; febre; gastroenterite; hemorragia pós-parto; hemorróida; hepatite; hipertensão; icterícia; inapetência; indigestão; infecções do estômago e rins; infecção urinária e vaginal; inflamações da boca e da garganta; intoxicação alimentar; irritação interna; laringite; leucorréia; odontalgias; oftalgias; otorrinalgias; pâncreas; problemas do estômago; resfriados; tumores; úlceras gastroduodenais; vermes; resfriados; hepatite alcoólica; leucemia; controla acidez estomacal;


Indicações (Uso Externo): afecção cutânea; cicatrização; feridas; irritações da pele; micose; problemas de pele; aftas (mascar folhas);


Indicações Pediátricas: cólica infantil e demais indicações para adultos;


Informações em outros sistemas de saúde: grupos indígenas da Amazônia utilizam-na contra angina, diabetes, disenteria, dismenorréia, edema, hepatite, laringite, icterícia e contra vermes distintos (Rutter, 1990). Outros usos indígenas incluem a decocção no tratamento da hepatite alcoólica e contra vermes, dores de cabeça e de dentes (De Feo, 1992; Vasquez, 1990; Duke et ai., 1994). Na medicina tradicional peruana, a espécie é usada como antiinflamatório, diurético e contra hepatite, conjuntivite, micoses, infecções urinárias. No Leste da África, o suco da planta fresca é usado contra dores de ouvido e conjuntivite bem como no combate a dores em geral.

Contra-indicações: apresenta pequena quantidade de cafeína e deve ser evitado por pessoas alérgicas ou sensíveis a essa substância. Evitar uso na gravidez. Pacientes com problemas cardíacos podem ter reações bruscas de pressão até que seja ajustada a dose de forma individual.

Interações medicamentosas: a presença de cumarinas na composição diminui o efeito de medicamentos como Walfarin. Hipoglicêmicos ou diabéticos só devem fazer uso com prescrição profissional qualificada e realizar acompanhamento dos níveis de glicose.

Uso Veterinário: não há relatos nas fontes de pesquisa consultadas.


Planeta regente: Regente – Júpiter.


Habitat: espécie autóctone da América tropical, cosmopolita, que ocorre espontaneamente a beira de estradas, áreas ruderais e em áreas agrícolas como planta infestante de lavouras.


Informações clínicas e/ou científicas: a fenilheptatriina existente na planta demonstra atividade anti-helmíntica, antiprotozoária e microbiana in vitro frente às bactérias Gram-positivas, Rhizoctonia solani, leveduras e dermatófitos. Apresenta atividade in vitro contra Plasmodium berghei e Plasmodium falciparum, agentes da malária. Em estudos em animais o extrato de picão preto reduziu lesões causadas por doenças autoimunes e diminuiu a taxa de glicose em ratos diabéticos. Preveniu o aparecimento de tumores malignos em modelos animais.

Descrição botânica: planta herbácea, anual, ereta, glabra ou algo pubescente, de ramos dicotômicos, com 30 a 80 cm de altura. Caule quadrangular, liso, com ramificação dística. Folhas opostas, as superiores alternas, pecioladas, 3-divididas, com segmentos ovais a lanceolados, com 2 a 7 cm de comprimento, serrados, agudos ou acuminados, as superiores nem sempre divididas. Capítulos de flores tubulares e radiadas, amarelas. Invólucro campanulado com flores do disco perfeitas, perfeitas, com corola tubular, 5-dentadas. Aquênios planos, colunar-fusiformes, pretos, desiguais, os interiores mais compridos que o invólucro, o ápice é coroado por 2 a 4 saliências que permitem a aderência do fruto às roupas e pêlos.


Toxicidade: é atóxica para seres humanos, porém é altamente tóxica para alguns insetos e larvas (Martinez, apud 179). Os poliacetilenos existentes na planta, especialmente o fenilheptatriino - o composto mais fotoativo - são fototóxicos para as bactérias, fungos e fibroblastos humanos em presença de luz solar, luzes artificiais ultravioletas e fluorescentes branca. No entanto o uso em grandes quantidades pode apresentar efeitos colaterais.




Propriedades vibracionais:

Para pessoas qu impõem muitos limites, implicantes,

Bom para mães superprotetoras.



Dicas de Alkimystika:

*Sempre consagre as ervas ou o sal para um Ser de Luz que mais tenha afinidade, ou aos Elementais da Natureza, pois eles sabem melhor do que nós, o que realmente precisamos ser tratados.

Além disso ficamos na vibração do Ser à quem consagramos as ervas.

*Quem é reikiano pode colocar os símbolos do reiki nas ervas, o que potencializa ainda mais a vibração energética da planta.

*Sempre agradeça pelas curas recebidas, fazendo isso, enviamos a gratidão ao universo, que é sempre devolve tudo aquilo que nós o ofertamos


Este produto encontra-se disponível a venda em:

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Namastê!

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