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sábado, 3 de maio de 2014

Mantras de Ganesha



1º mantra: Om Gunapravanasaantushtaaya Namahá.

Para inspirar virtudes.

2º mantra: Om Gunaikabhuvae Namahá.

Auto-respeito e auto-suficiência.

3º mantra: Om Gunapoornaaya Namahá.

Tolerância.

4º mantra: Om Gunavachhakra Samsaraaya Namahá.

Escapar da roda de reencarnação. (Sanssara)

5º mantra: Om Gajjapatayae Namahá.

Conquistar o poder pessoal.

6º mantra: Om Gajatratrae Namahá.

Compreender a natureza de tudo.

7º mantra: Om Gajamaayaaya Namahá.

Destruir ilusões

8º mantra: Om Gajahaetavae Namahá.

Meditar na transitoriedade da vida

9º mantra: Om Gajasaetavae Namahá.

Ser justo.

10º mantra: Om Gajadaityaghnae Namahá.

Destruir a ignorância.

11º mantra: Om Gajapungavaaya Namahá.

Para a prudência.

12º mantra: Om Garjito Ji Tadaityasavae Namahá.

Acalma a mente sempre obsessiva.

O efeito desse mantra é colocar sua mente em “obssessões” saudáveis como cuidar do corpo, estudar, ajudar o próximo, amar, etc.

13º mantra: Om Gaanatattvavivaechakaaya Namahá.

Excelência musical.

14º mantra: Om Gaanashlaghinae Namahá.

Conhecer a filosofia do som.

15º mantra: Om Gaanaayattaaya Namahá.

Energia física.

16º mantra: Om Gurubhujaaya Namahá.

Acalma o coração afetivamente.

17º mantra: Om Gurupriyaaya Namahá.

Tolerância com o próximo e com você mesmo.

18º mantra: Om Gurushreeaye Namahá

Energia.

19º mantra: Om Garishthaaya Namahá.

Auto-estima.

20º mantra: Om Gurukantayae Namahá.

Auto-aceitação.

21º mantra: Om Guruputra Paritratrae Namahá.

Proteger as crianças.

22º mantra: Om Guruputraarti Shamanaaya Namahá.

Harmonia familiar.

23º mantra: Om Gauraaya Namahá.

Reconhecimento da sua iluminação.

24º mantra: Om Govardhanaaya Namahá.

Alegria.

25º mantra: Om Goshtaaya Namahá.

Para observar o silêncio que é tua essência.

26º mantra: Om Gatatraasaaya Namahá.

Libertar-se da fadiga.

27º mantra: Om Gatajvaraaya Namahá.

Estimular a saúde.

28º mantra: Om Gataaya Namahá.

Propiciar liberdade.

29º mantra: Om Grahabhartrae Namahá.

Sair das ilusões.

30º mantra: Om Gudaaya Namahá.

Tornar-se amoroso.

31º mantra: Om Gudaakesha Sakhaaya Namahá.

Facilita e abençoa as práticas tântricas.

32º mantra: Om Garvanudae Namahá.

Egocentrismo.

33º mantra: Om Gurutantraaya Namahá.

Inspiração aos praticantes de yoga.

34º mantra: Om Gataahitaaya Namahá.

Para saudar Ganesha, o auspicioso.

Estes dois ultimos são mantras de Ganesha que despertam o poder pessoal do praticante:
35º Om Ganapatayê Namah;

36º Om Sri Ganeschaya Namah;




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Namastê!

Shakti, O Poder do Feminino



É filha de Daksha, que por sua vez é filho de Brahma.
Recebe os nomes de Uma, Ambika e Devi e simboliza o ideal feminino de sensualidade, beleza, alegria, sabedoria, virtude e sinceridade.
Foi a amada de Shiva em sua primeira manifestação na Terra e renasceu várias vezes para tornar a unir-se a ele.
Representada por uma mulher jovem e linda, ricamente ornamentada, sua expressão é serena e seus grandes olhos negros transmitem compreensão e sabedoria. Quase sempre aparece ao lado de Shiva.
O Mantra de Shakti pode ser entoado por homens, mas é especialmente recomendado para as mulheres, já que sua prática constante torna-as mais sensíveis, belas e conscientes.
O principal atributo desse mantra é o desenvolvimento do poder de geração e criação.

Deve ser entoado oito vezes ao dia:
Om Shaktiaya Namah.

Parvati, A Grande Mãe

É a reencarnação ou outra manifestação de Shakti. Também conhecida pelo nome de Gauri (Dourada), é nessa manifestação que se torna a deusa da atração e da beleza.
Representada por uma mulher serena e paciente, seus principais atributos são tipicamente femininos, por isso Parvati relaciona-se a elementos como maternidade, carinho e harmonia.
Embora fosse a reencarnação da companheira de Shiva, ele teve dificuldade de conquistar seu amor e só a teve porque Parvati era uma manifestação de sua eterna consorte.

O mantra de Parvati, ou Gauri Mantra, concede ao praticante força consciência pessoal. Deve ser entoado oito vezes ao dia: Om Hrim Gauryai Namah.

Outro mantra de Parvati proporciona contentamento e alegria profissional e deve ser entoado oito vezes ao dia: Om Hrim Gauri Rudradayite Hum Phat Swáhá.


Durga, O poder da Natureza

Outra manifestação de Shakti, Durga é a própria Parvati. Aqui, porém, ela assume a postura de uma guerreira, capaz de eliminar os demônios que prejudicam os deuses/deusas e os homens.
Tem uma beleza forte e cativante e, por demonstrar coragem e astúcia, revela outro aspecto da feminilidade, menos conhecido e mais guerreiro.
A palavra Durga significa “inacessível”, no sentido de algo ilusório, imaterial.
A deusa também surge sob outras manifestações, com os nomes de Jagaddharti (Mãe do Mundo), Dasabhuja (Deusa de dez mãos), Muktakesi (A que tem cabelos ao vento), Tara (A salvadora), Chinnamustaka (A decapitada), Krishnakrora (A que amamentou krishna),
Jagadgauri (Mulher dourada de fama universal), Annapuma (A que traz fortuna), Pratyangira (A bem proporcionada), Singhavahini (A que monta um leão), Mahishamardini (A que matou o demônio Mahisha) e Kali (A negra), esta a mais conhecida de suas manifestações.
O mantra de Durga, ou Durga Hridaya Mantra, proporciona proteção feminina, consciência, sexualidade e segurança.

Deve ser entoado oito vezes ao dia:
Om Em Hrim Klim Camunda Vicai Namah.

Dentro da tradição tântrica e hindu há dez divindades relacionadas com Durga que conferem atributos variados. Seus dez mantras de sabedoria (Dasha-Mahavidyas) são:

· Bhuvaneshuari (sustentação da vida) é a deusa criadora:
Om Bhuvaneshuari Namah.

· Matangi (poder de dominar) é a deusa energizadora:
Om Matangi Namah.

· Kali (poder sobre o tempo) é a deusa controladora:
Om Kali Namah.

· Bagala (destruição do negativo) é a deusa protetora:
Om Bagala Namah.

· Chinnamasta (distribuição da energia da vida) é a deusa iniciadora:
Om Chinnamasta Namah.

· Dhumavati (domínio da natureza) é a deusa desafiadora: Om Dhumavati Namah.

· Tara (recriação da vida) é a deusa libertadora:
Om Tara Namah.

· Bhairavi (modificações na vida) é a deusa tecelã:
Om Bhairavi Namah.

· Sodashi (aperfeiçoamento) é a deusa preservadora:
Om Sodashi Namah.

· Kamala (restauração) é a deusa dos poderes:
Om Kamala Namah.

Entoe esses mantras 108 vezes ou em múltiplos de 8.




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Namastê!

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Oração a Lakshmi





Deve ser feita diante do altar.
Fique descalço (simbolizando o elemento terra), com as mãos juntas. Faça a oração olhando para a imagem de Lakshmi.
Os melhores dias para a oração:
segunda-feira, quarta-feira ou sábado, de preferência depois das 18h.

Quando reflito sobre a deusa Lakshmi
Que é mulher do senhor Vishnu
Atraio a abundância da prosperidade!
Peço que eu......... (diga seu nome)
Seja abençoada por bons pensamentos!
Também peço
Que minha família e meu lar, sejam abençoados pela grande deusa Lakshmi
E que ela envie todas as riquezas espirituais e materiais.
Desejo que todos
Sejam coroados com paz, saúde e amor
Enviando para este lar,
Confiança, prosperidade
Sabedoria e docilidade.
Também peço, que a grande deusa Lakshmi
Ilumine minha mente e abra meus caminhos para a felicidade plena!
Saúdo minha divina mãe e esposa de Vishnu
Vestida por oceanos
Enfeitada pelas montanhas
Que visite meu altar
Que aceite meus presentes e minhas oferendas
Que veja em mim, a própria deusa!

Om Shriring hring kleeng mahalakshmi namah Aum
(lê-se: Om xiring ring leng marrálaquismi namá aum)
Traga a minha vida, prosperidade, fartura, abundância e amor!
Amor!
Concede a sua alegria,
Faz da minha vida, plena sorte,
Porque dentro de mim, vive Lakshmi.

Namastê!

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Lakshmi - A deusa da fortuna e suas 8 formas



Lakshmi, esposa do deus Vishnu o sustentador do universo na religião hindu.
É personificação da beleza, da fartura, da generosidade e principalmente da riqueza e da fortuna.
A deusa é sempre invocada para amor, fartura, riqueza e poder.
É o principal símbolo da potência feminina, sendo reconhecida por sua eterna juventude e formosura.

Manifesta o poder que sustenta o Universo e o mantêm em equilíbrio.
É representada sobre a flor de lótus, símbolo da pureza e do conhecimento. Valoriza a beleza, a generosidade, a justiça, misericórdia e representa o bem-estar, a boa alimentação, fertilidade, riqueza espiritual e material, saúde e sorte.
Geralmente atribui-se a Lakshmi o símbolo da suástica, que representa vitória e sucesso e Apadma (a:sem / padma:lótus) é o nome dado a Lakshmi, quando representada sem o lótus, ao sair do Oceano.

Lakshmi e Vishnu em sucessivas reencarnações

Quando Vishnu atravessou suas reencarnações, Lakhsmi reencarnava com ele.
Quando Vishnu se tornou Rama, Lakhmi tornou-se Sita.
Quando ele virou Krishna, ela passou a ser Radha.

Tais encarnações são chamadas de avatares.

Há oito modalidades de se adorar Lakshmi, levando em conta o resultado desejado.

A imagem também ilustra as oito reencarnações da Deusa Lakshmi.

* Santhana lakshmi - Ela protege toda a Riqueza da Família, principalmente as crianças.
* Gaja laksmi - Ela surge como Rainha Universal com seus dois elefantes que atendem todas as preces e orações..
* Aishwarya lakshmi - Só Ela encerra a totalidade do conhecimento, tanto material quanto espiritual.
* Dhanya lakshmi - É Ela que alimenta o mundo nos concedendo a Riqueza da boa colheita dos grãos.
* Adhi lakshmi - Ela é a Mãe Divina e fonte de todo o poder de Vishnu.
* Vijaya lakshmi - É Ela que nos concede a vitória sobre obstáculos e problemas (vitória tb, no trabalho e aspectos legais)
* Dhana lakshmi - Ela é a doadora do todo tipo de riqueza
* Veera lakhsmi ou Dhairyalakshmi - É Ela que nos dá força e coragem para enfrentarmos qualquer sacrifício.



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Namastê!

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Shiva




Shiva, Xiva, Siva ou Civa1 é um deus (Deva) hindu. Chamado de "o Destruidor"' (ou "o Transformador"), participa da Trimúrti (a trindade hindu) juntamente com Brama (Brahma), "o Criador", e Vixnu (Vishnu), "o Preservador"2 .
Uma das duas principais linhas gerais do hinduísmo é chamada de xivaísmo, em referência ao deus.

Yoga
Na tradição hindu, Shiva é o destruidor, que destrói para construir algo novo, motivo pelo qual muitos o chamam de "renovador" ou "transformador".
As primeiras representações surgiram no período Neolítico (em torno de 4.000 a.C.) na forma de Pashupati, o "Senhor dos Animais".
A criação do yoga, prática que produz transformação física, mental e emocional, portanto, intimamente ligada à transformação, é atribuída a ele.
Shiva é o deus supremo (Mahadeva), o meditante (Shankara) e o benevolente, onde reside toda a alegria (Shambo ou Shambhu).

O trishula
Shiva segurando o trishula
O tridente que aparece nas ilustrações de Shiva é o trishula.
É com essa arma que ele destrói a ignorância nos seres humanos.
Suas três pontas representam as três qualidades dos fenômenos:
tamas (a inércia), rajas (o movimento) e sattva (o equilíbrio).

A serpente
A naja é a mais mortal das serpentes.
Usar uma serpente em volta da cintura e do pescoço simboliza que Shiva dominou a morte e tornou-se imortal.
Na tradição do Yoga, ela também representa kundalini, a energia de fogo que reside adormecida na base da coluna.
Quando despertamos essa energia, ela sobe pela coluna, ativando os centros de energia (cakras) e produzindo um estado de hiperconsciência (samádhi), um estado de consciência expandida.

Tangosa
No topo da cabeça de Shiva se vê um jorro d'água.
Na verdade é o rio Ganges (Ganga) que nasce aos pés do Senhor Vishnu, e jorra na cabeça de Shiva.
Há uma lenda que diz que Ganges era um rio muito violento e não podia descer à Terra pois a destruiria com a força do impacto.
Então, os homens pediram a Shiva que ajudasse e ele permitiu que o rio tão logo saísse do Mundo Espiritual, caísse primeiro sobre sua cabeça, amortecendo o impacto e depois, mais tranqüílo, corresse pela Terra.

Lingam
Lingam ("emblema", "distintivo", "signo"), também chamado de linga, é o símbolo fálico de Shiva.
Ele representa o pênis, instrumento da criação e da força vital, a energia masculina que está presente na origem do universo.
Está associado ao poder criador de Shiva.
O lingam é o emblema de Shiva.
Na Índia, reverenciar o lingam é o mesmo que reverenciar a Shiva.
Ele pode ser feito em qualquer material, embora o preferido seja o de pedra negra.
Na falta de uma escultura, se constrói um lingam com a areia da praia ou do leito do rio;
ou simplesmente se coloca em pé uma pedra ovalada.
É comum, nos templos, se pendurar sobre o lingam uma vasilha com um pequeno orifício no fundo.
A água é derramada constantemente sobre ele numa forma de reverência. A base do lingam representa yoni, a vagina, mostrando que a criação se dá com a união do masculino e feminino.


Shiva, como Nataraja
O tambor em forma de ampulheta representa o som da criação do
No hinduísmo, o universo brota da sílaba /ôm/.
É interessante comparar essa afirmação com a conhecido prólogo do Evangelho de São João:
"No princípio era o Verbo (a sílaba, o som).
E o Verbo era Deus. (...) Tudo foi feito por Ele (o Verbo) e sem Ele nada se fez."
É com o som do damaru que Shiva marca o ritmo do universo e o compasso de sua dança.
Às vezes, ele deixa de tocar por um instante, para ajustar o som do tambor ou para achar um ritmo melhor e, então, todo o universo se desfaz e só reaparece quando a música recomeça.

Fogo
Shiva está intimamente associado ao fogo, pois esse elemento representa a transformação.
Nada que tenha passado pelo fogo, permanecerá o mesmo: o alimento vai ao fogo e se transforma, a água evapora-se, os corpos cremados transformam-se em cinzas.
Assim, Shiva convida-nos a transformarmo-nos através do fogo do Yoga.
O calor físico e psíquico que essa prática produz auxilia-nos a transcender os nossos próprios limites.

Nandi
Nandi ("aquele que dá a alegria") é o touro branco que acompanha Shiva, sua montaria e seu mais fiel servo.
O touro está associado às forças telúricas e à virilidade. Também representa a força física e a violência.
Montar o touro branco, significa dominar a violência e controlar sua própria força.
Sua devoção por seu senhor é tão grande que sempre se encontra sua figura diante dos templos dedicados a Shiva.
Ele está deitado, guardando o portão principal.

A lua crescente
A lua, que muda de fase constantemente, representa a ciclicidade da natureza e a renovação contínua a qual todos estamos sujeitos.
Ela também representa as emoções e nossos humores que são regidos por esse astro. Usar um crescente nos cabelos simboliza que Shiva está além das emoções.
Ele não é mais manipulado por seus humores como são os humanos, ele está acima das variações e mudanças, ou melhor, ele não se importa com as mudanças pois sabe que elas fazem parte do mundo manifesto.
Os mestres que se iluminaram afirmam que as transformações pelas quais passamos durante a vida (nascimento e morte, o final de uma relação, mudança de emprego, etc.) não afetam nosso ser verdadeiro e, portanto, não deveríamos nos preocupar tanto com elas.

Nataraja
Neste aspecto, Shiva aparece como o rei (raja) dos dançarinos (nata).
Ele dança dentro de um círculo de fogo, símbolo da renovação e, através de sua dança, Nataraja cria, conserva e destrói o universo.
Ela representa o eterno movimento do universo que foi impulsionado pelo ritmo do tambor e da dança.
Apesar de seus movimentos serem dinâmicos, como mostram seus cabelos esvoaçantes, Shiva Nataraja permanece com seus olhos parados, olhando internamente, em atitude meditativa.
Ele não se envolve com a dança do universo pois sabe que ela não é permanente.
Como um yogue, ele se fixa em sua própria natureza, seu ser interior, que é perene.
Em uma das mãos, ele segura o Damaru, o tambor em forma de ampulheta com o qual marca o ritmo cósmico e o fluir do tempo. Na outra, traz uma chama, símbolo da transformação e da destruição de tudo que é ilusório.
As outras duas mãos, encontram-se em gestos específicos. A direita, cuja palma está a mostra, representa um gesto de proteção e bênçãos (abhaya mudrá).
A esquerda representa a tromba de um elefante, aquele que destrói os obstáculos.
Nataraja pisa com seu pé direito sobre as costas de um anão.
Ele é o demônio da ignorância interior, a ignorância que nos impede de perceber nosso verdadeiro eu. O pedestal da estátua é uma flor de lótus, símbolo do mundo manifestado.
A imagem toda nos diz:
"Vá além do mundo das aparências, vença a ignorância interior e seja como o Sr Shiva, o meditador, aquele que enxerga a verdade através do olho que tudo vê (terceiro olho, Ájña Chakra)."

Pashupati
Pashupati ("senhor dos animais", de pashu, "animais", "feras", "bestas", e pati, "senhor", "mestre") é uma das primeiras representações de Shiva e surgiu no neolítico, por volta de 4.000 a.C..
É representado com três faces, olhando o passar do tempo (passado-presente-futuro).
A coroa em forma de cornos de búfalo evidencia a proximidade de Shiva com esse animal que representa as forças da terra e da virilidade.
Pashupati está sentado em posição de meditação, o que nos faz pensar que as técnicas meditativas já existiam naquele período.
Os quatro animais ao seu redor são o tigre, o elefante, o rinoceronte e o búfalo.
Por ser o Senhor das Feras, Pashupati podia meditar entre elas sem ser atacado.
Mas, há um outro simbolismo. Esses animais podem representar nossas emoções e instintos mais básicos como o orgulho, a força bruta, o ódio e a sexualidade desenfreada. Pashupati, então, é também aquele que domou suas feras interiores, suas emoções e convive sabiamente com elas. O Shiva Purana, conta que os deuses estavam em luta com os demônios e, como não estavam conseguindo vencê-los, foram pedir auxílio a Shiva. Shiva lhes disse:
"Eu sou o Senhor dos Animais (Pashupati). Os corajosos titãs só poderão ser vencidos se todos os deuses e outros seres assumirem sua natureza de animal." Os deuses hesitaram pois achavam que isso seria uma humilhação. E Shiva falou novamente: "Não é uma perda reconhecer seu animal ( a espécie que corresponde no mundo animal ao princípio que cada deus encarna no plano universal). Apenas aqueles que praticam os ritos dos irmãos dos animais (Pashupatas) podem ultrapassar sua animalidade." Assim, todos os deuses e titãs reconheceram que eram o rebanho do Senhor e que ele é conhecido pelo nome de Pashupati, O Senhor dos animais.


Ardhanaríshvara
O lado direito da estátua é claramente masculino, apresentando os atributos de Shiva:
a serpente, o tridente etc.
Do lado esquerdo, vemos uma figura feminina, com os trajes típicos, o brinco feminino, etc.
Esse aspecto de Shiva representa a união cósmica entre o princípio masculino (Shiva) e o feminino (Parvati), entre a consciência (Shiva) e a matéria (Parvati).
As cobras que Shiva usa como colares e braceletes simbolizam o seu triunfo sobre a morte, a sua imortalidade.
O filete de água que se vê jorrar de seus cabelos é o rio Ganges.
Conta a lenda que o Ganges era um rio muito revolto que corria na morada dos deuses. Os homens pediram para que o rio corresse também na terra.
Porém, devido à violência do rio, seu impacto com a terra seria muito violento, terminando por aniquilá-la.
Para resolver o problema, Shiva permitiu que o rio primeiro passasse por sua cabeça para amenizar o impacto com a terra, em seguida escorresse suavemente pelos seus longos cabelos.
Sendo o asceta eremita da Trimúrti, Shiva é considerado o criador do Yôga, que teria ensinado pela primeira vez à esposa Parvati.


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Deusa Rādhā




Rādhā (sânscrito: राधा), também chamada de Radhika, Radharani e Radhikarani, é, segundo o Srimad Bhagavatam, o Gita Govinda e as tradições da filosofia Vaishnava, a consorte eterna de Krishna, que atuou como sua amiga de infância e amante quando ele esteve presente na Terra.
Radharani é quase sempre retratada junto com Krishna e tem lugar de grande destaque dentro da teologia do ramo Gaudiya Vaishnava, do qual faz parte o Movimento Hare Krishna.

É também o principal objeto de culto na Nimbarka Sampradaya, tanto que Nimbarka, o fundador da tradição, declarou que Radha e Krishna, juntos, constituem a Verdade Absoluta.
A relação de Radha com Krishna é dada em detalhes em textos como o Brahma Purana Vaivarta, Garga Samhita e Brihad Gautamiya.
Em geral os devotos usam o prefixo "Srimati" ao referir-se a Radharani, em demonstração de reverência.


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Deusa Lakshmi




Lakshmi ou Laxmi é uma personificação do amor em forma feminina do hinduísmo, esposa do aspecto divino Vishnu, o sustentador do universo na religião hindu. É personificação da beleza, da fartura, da generosidade e principalmente da riqueza e da fortuna. Este aspecto divino é sempre invocada para amor, fartura, riqueza e poder. É o principal símbolo da potência feminina, sendo reconhecida por sua eterna juventude e formosura.
Pode ser vista sentada sobre uma flor de lótus, ou segurando flores de lótus nas mãos, e um cântaro que jorra moedas de ouro.
Geralmente atribui-se a Lakshmi o símbolo da suástica, que representa vitória e sucesso. Apadma é o nome dado a Lakshmi, quando representada sem o lótus, ao sair do Oceano.
Foi ela que deu a Indra, o Rei dos Semi-deuses, o soma (ou sangue do conhecimento) do seu próprio corpo para que ele produzisse a ilusão do parto e se tornasse o Rei dos Devas.
Ela é representada também como Devi Kundalini Shakti, utilizada na alquimia para a obtenção da pedra filosofal.

REENCARNAÇÕES DA DEUSA
Mãe Lakshmi é consultada pela população hindu, buscando algum tipo de riqueza. Há oito modalidades de se adorar Lakshmi, levando em conta o resultado desejado. A imagem abaixo também ilustra as oito reencarnações da Deusa Lakshmi:
Santhana lakshmi
Ela protege toda a Riqueza da Família, principalmente as crianças.
Gaja laksmi
Ela surge como Rainha Universal com seus dois elefantes que atendem todas as preces e orações..
Aishwarya lakshmi
Só Ela encerra a totalidade do conhecimento, tanto material quanto espiritual.
Dhanya lakshmi
É Ela que alimenta o mundo nos concedendo a Riqueza da boa colheita dos grãos.
Adhi lakshmi
Ela é a Mãe Divina e fonte de todo o poder de Vishnu.
Vijaya lakshmi
É Ela que nos concede a vitória sobre obstáculos e problemas (vitória também no trabalho e aspectos legais)
Dhana lakshmi
Ela é a doadora do todo tipo de riqueza
Veera lakhsmi ou Dhairyalakshmi
É Ela que nos dá força e coragem para enfrentarmos qualquer sacrifício.

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Deusa Kali




Kali, do sânscrito Kālī काली (que significa, literalmente, "A Negra"), é uma das divindades mais respeitadas do hinduísmo.
No entanto, ela é a verdadeira representação da natureza e é também considerada por muitas pessoas a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser. Deusa da morte e da sexualidade, Kali — cujo nome, em sânscrito, significa "negra" — é a "esposa" do deus Shiva, em algumas culturas, pois, segundo os Vedas, Shiva é transformado em Kali, que seria um de seus lados, para trazer o fim;
segundo o tantrismo, é a divina "mãe" ou pai do universo, destruidor (a) de toda a maldade. É representada (o) como uma mulher exuberante, em uma parte da Índia; em outra, como homem de pele escura, que traz um colar de crânios em volta do pescoço e uma saia de braços decepados — expressando, assim, a implacabilidade da morte.

A lenda conta que, numa luta entre Durga e o demônio Raktabija, este fez o desespero de Durga com um maléfico poder: cada gota do sangue se transformava em um demônio.
Durga e Shiva, ao tentar matar os vários demônios que surgiam a cada gota de sangue, cortavam a cabeça (e daí nasciam mais e mais demônios).
Já em desespero, surge Kali, que cortava as cabeças e lambia o sangue (daí representado pelo colar de cabeças, pela adaga e a língua de fora).
Assim, dizimou os demônios-clones de Raktabija.
Mas Kali não é uma deusa ou deus do mal pois, na verdade, o papel de ceifadora de vidas é absolutamente indispensável para a manutenção do mundo. Os devotos são recompensados com poderes paranormais e com uma morte sem sofrimentos.

Kali é a destruidora ou destruidor do demônio Raktabija. E também uma das formas da deusa Parvati, esposa de Shiva.
Ou, segundo alguns, o próprio deus Shiva. É coberta de cobras no seu em vez de roupas, e tem um colar dos crânios dos seus filhos.
A figura da deusa tem quatro braços, pele azul, os olhos ferozmente arregalados, os cabelos revoltos, a língua pendente, os lábios tintos de hena e bétele.
No pescoço, traz um colar de cabeças humanas e, nos flancos, uma faixa de mãos decepadas. Sempre é representada em pé sobre o corpo caído do esposo Shiva.

Apesar da aparência de malvada, Kali mostra o lado escuro da mulher ou do transgênero e a verdadeira força feminina. Kali é venerada na Índia como uma mãe pelos seus devotos e devotas, que esperam dela uma morte sem dor ou aflição.




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domingo, 13 de outubro de 2013

MAHA MANTRA - O GRANDE MANTRA DA FELICIDADE




A palavra mantra vem do sânscrito, "man" que significa "mente" ou "pensamento" e "tra" significando "proteger" "socorrer". Assim, a palavra "mantra" quer dizer : proteger nossas mentes de maus pensamentos.

O mantra é um texto sagrado e ritmado que eleva os pensamentos fazendo da mente um "cálice sagrado" para receber a mente pura e elevada do nosso Eu Superior.

A literatura védica antiga da Índia reconhece o mantra de Krishna como sendo o "maha" que significa "grande, riqueza, abundancia" ou "festa, felicidade" – MAHA MANTRA.

Assim, o Hare Krishna é o "Grande" mantra da "Felicidade", ou seja: "O melhor mantra para proteger a mente contra pensamentos de infelicidade".

Hare Krishna, Hare Krishna,
Krishna Krishna, Hare Hare,
Hare Rama, Hare Rama,
Rama Rama, Hare Hare.

- As dezesseis palavras deste mantra são um grande poder de manifestação da energia do chakra da Garganta. O chakra da garganta é o chakra da energia do primeiro raio da vontade divina. Os Mestres Ascensos nos ensinam que a sabedoria está em meditar sempre com nosso Eu Superior antes de utilizarmos o poder das 16 pétalas do chakra da garganta.

Este mantra nos traz a consciência natural original de nossa divina meta ou "plano de vida".

Praticando este mantra encontramos a alegria de viver novamente no caminho de volta ao Pai. O caminho em direção à nossa origem na "Criação".

- O nome Krishna significa “a atração-suprema”, ou "azul marinho escuro"

- O oitavo Avatara a encarnar Vishnu. O azul marinho é a cor do raio da Vitória. A verdadeira manifestação do poder da vontade divina. A vontade de Deus.

- Vishnu é o Professor, o Mantedor da Criação do Pai.

- O nome Rama significa “o alegria-suprema” Felicidade.

- O sétimo Avatara a encarnar Vishnu.

- Hare é uma suplica à intercessão da divindade.

Portanto, o maha-mantra significa: “Ó Senhor todo-atrativo e todo-alegria, Ó energia do Senhor, por favor aceita-me em Vosso serviço devocional.”
Em português, poderia ser entoado assim:

"Dá-me a Vontade Divina, Dá-me a Vontade Divina,
Vontade Divina, Vontade Divina, Dá-me, Dá-me.
Dá-me Alegria, Dá-me Alegria,
Alegria, Alegria, Dá-me, Dá-me."



Quando estamos entoando este mantra estamos dizendo ao nosso EU Superior:

"Coloque-me para servir a vida e aos propósitos do Pai.
Guie-me na Luz do meu Plano Divino e dê-me todo suprimento
necessário para que eu cumpra minha missão espiritual."

O entoar deste mantra não precisa ser necessariamente cantado.

Hare Krishna, Hare Krishna,
Krishna Krishna, Hare Hare,
Hare Rama, Hare Rama,
Rama Rama, Hare Hare.



Entoando este mantra, estamos pedindo a Krishna que nos coloque no caminho de nossa missão espiritual. O serviço devocional nada mais é do que colocar em ação o nosso dharma (missão para com nossos irmãos na Luz).


http://www.youtube.com/watch?v=QY15oP3vvWk



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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mensagem de Lord Ganesha





REMOVAM OS OBSTÁCULOS
DE SUAS VIDASOM SHRI GAM
MENSAGEM DE LORD GANESHA
Athena Freya Prem
em 26 de março de 2012


Eu Sou Lord Ganesha e saúdo a todos !
Minha mensagem é simples e clara, para todos os que se sintonizarem com a minha energia!
Eu Sou o removedor de obstáculos!
Eu Sou a riqueza e a prosperidade!
Eu Sou aquele que mostra o que era oculto!

Eu Sou um caminho que vocês podem seguir e amorosamente estou aqui para lhes guiar.
Não deixem que nenhum obstáculo, nenhum temor os afaste da pureza e perfeição que são, tudo está se tornando diferente em suas vidas, mas essa diferença não é algo a temer e sim uma descoberta do potencial adormecido de cada um de vocês.
Não percam a fé na sua capacidade de encontrar a solução para os seus problemas, de resolvê-los com maestria, no seu discernimentos para decidirem o que abandonar e o que levar nessa nova jornada em busca de sí mesmos e de sua filiação Divina.
Confiem em sua luz, confiem no Deus que habita em cada um.
Eu Lord Ganesha estou a seu dispor!
Entoem mantras, chamem-me se quiserem : OM SHRI GAM
Eu os ajudarei a remover os obstáculos de suas vidas, lhes mostrarei o que até então lhes era oculto e derramarei a abundância e a prosperidade em suas vidas.
Não exitem, não percam tempo, não se deixem esmorecer, sigam em frente com fé, determinação e ousadia.
Eu Lord Ganesha os acompanharei em cada passo, se assim quiserem, atravessarei junto a porta que os conduz à prosperidade, abundância e riqueza, removerei todos os obstáculos que os impedem de enxergar aquilo que já está ao seu lado, em suas mãos, isso tudo lhes pertence por Direito Divino, apenas não conseguem alcançá-lo, não conseguem perceber e tomar posse da riqueza e abundância que lhes é de direito.
Extirpem todo o medo e a dúvida que habita em seus corações, tenham a certeza absoluta que a vitória já lhes pertence, que todas as coisas que desejam já estão a seus dispor e que Eu, Lord Ganesha, vou ser o que trára sua riqueza e prosperidade, bem como todos os seus sonhos e desejos em suas mãos.
Eu Lord Ganesha prometo e garanto que removerei todos os obstáculos que os impedem de obter o que desejam e aquilo que por mim será dado, ninguém nem nada poderá retirar.

Confiem na minha Presença!
OM SHRI GAM

Eu estarei se assim desejarem ao seu lado indicando o caminho de suas realizações!

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10 PASSOS PARA A PROSPERIDADE



Todo ser humano tem como parte de sua natureza o desejo de prosperar, mas, infelizmente, são poucos os que conseguem. A maioria permanece por toda a vida no mesmo lugar e, às vezes, até regride.
O ser humano engana-se quando pensa que para conquistar a prosperidade é preciso apenas de bens materiais. Ter prosperidade significa ter uma vida abundante em todos os sentidos: profissional, pessoal e espiritual. É viver valorizando o prazer de amar. sonhar e conquistar.
No caminho que leva à prosperidade há 10 passos essenciais que auxiliam na auto-evolução e contribuem para que as pessoas que nos rodeiam também se desenvolvam.

1) TER OBJETIVOS DE VIDA:
Uma pessoa sem objetivos é como uma folha seca ao vento. É levada para qualquer direção, em qualquer momento.
dois tipos de objetivos:
os materiais e os espirituais. Os ligados à matéria são automóveis, jóias, roupas, imóveis etc. E os espirituais são a conquista de um valor abstrato como, por exemplo:
desenvolver a paciência, ter mais equilíbrio, ser mais otimista, entre outros.
0 planejamento é imprescindível para que todos os objetivos se concretizem.

2) DESENVOLVER A AUTO-ESTIMA:
O amor próprio é a maior abundância que podemos ter. Quem não se ama leva uma vida amarga e espalha pessimismo ao seu redor. A busca de si é primordial para qualquer realização na vida.
A virtude de ter uma elevada auto-estima pode garantir o prazer e a alegria de estar passando por este lindo planeta.

3) APRENDER A UTILIZAR A MENTE:
Temos um supercomputador capaz de realizações ilimitadas que está anatomicamente embutido em nosso crânio. Aprender a programá-lo é fundamental, pois além de gerar energias que nos dão forças para o dia-a-dia, a mente cria campos eletromagnéticos que atraem todos os nossos desejos e pensamentos.
4) TER UMA PERSONALIDADE AGRADÁVEL:
Tratar bem as pessoas; aprender a colocar-se no lugar delas; chamá-las pelo nome; ser humilde;
interessar-se por elas;
saber ouvir e principalmente elogiar, reconhecer e respeitar;
são atitudes que lubrificam as engrenagens do dia-a-dia e devem ser utilizadas para quem quer prosperar. São as pessoas que nos levantam ou que, no alto, nos matem. Criar relações desarmoniosas faz minar as energias celestiais, as quais poderiam ser utilizadas para grandes realizações.

5) DESENVOLVER A PERSISTÊNCIA:
O fracasso é o sucesso em processo. Desistir de um sonho é o mesmo que anunciar que está morrendo. A persistência é a mãe do sucesso. É ela que materializa os nossos sonhos. Mas é importante lembrar dos ensinamentos da oração:
"Pai me dê forças para as coisas que eu posso mudar, serenidade para as que eu não posso e sabedoria para encontrar a diferença".

6) TER FLEXIBILIDADE PARA MUDANÇAS:
A velocidade de mudança do mundo é algo assustador. Sessenta por cento do Produto Interno Bruto (PIB) japonês do ano 2000 está na venda de produtos que ainda não existem. Uma mente inovadora e criativa é fundamental para a sobrevivência, principalmente na vida profissional.
0 que deu certo no passado não garante mais o sucesso no presente. Devemos estar atentos e perceber que a vida é diferente a cada dia. Pessoas que estão fazendo as coisas do mesmo jeito que sempre fizeram estão ficando para trás. Mudar para melhor é a única saída.

7) MELHORAR A VIDA DAS PESSOAS
Cada pensamento, palavra ou atitude que envolve nossos projetos de vida, se estiverem fundamentados com o desejo sincero de ajudar as pessoas, recebe uma poderosa força cósmica que faz prosperar com muito mais intensidade.
Quando o nosso sonho de vida envolve a alegria de outras pessoas, ele passa a ter força.

8) CONHECER E USAR OS DONS E TALENTOS:
Nossos dons e talentos são as maiores ferramentas que temos contra a pobreza e a falta de realização. A falta do autoconhecimento é a maior causa do fracasso, pois quem tem consciência dos seus verdadeiros dotes naturais pode produzir diamantes, pois já descobriu que sua alma é feita de um material superior.
É como se Deus tivesse nos dito:
"meu filho, você vai nascer na Terra e vai ser muito próspero. mas será necessário utilizar os seus dons e talentos".
Mas quando ele disse a palavra próspero, nós mergulhamos em direção a Terra e não terminamos de ouvir o restante da recomendação.

9) TRABALHAR COM AMOR:
Colocar amor no trabalho é essencial para o sucesso. Nunca vamos conhecer alguém bem sucedido que não tenha prazer no que faz, ou que trabalhe apenas por obrigação ou necessidade. Quem trabalha com amor está impregnando vida, energia positiva e prosperidade em tudo que toca. Realizar trabalhos com dedicação e amor é fazer jus à virtude de ser filho de Deus,

10) TER LIGAÇÃO COM DEUS
Sentir a presença de Deus, independente da religião ou seita que se segue, é estar em contato com toda a abundância existente. Devemos saber entregar-se a Ele, perceber que somos abundantes por natureza e que a prosperidade é como um oceano, onde cada um pega o que o coração permite.
E lembre-se:
um coração livre, puro e bondoso é capaz de desfrutar de todo oceano, enquanto outros disputam para pegar com baldes um pouco da água, se esquecendo que já tem o oceano. Esta é uma das principais atitudes que limita a humanidade a prosperar.




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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Krishna





Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare

Krishna (sânscrito: कृष्ण) é uma figura central do Hinduísmo. Aparece em um amplo espectro de tradições filosóficas e teológicas hindus, sendo retratado em várias perspectivas: como um deus do panteão hindu, como uma encarnação de Vishnu ou ainda como a forma original e suprema de Deus. Krishna é o oitavo avatar de Vishnu.
Embora haja diferenças nas concepções da identidade de Krishna e nos detalhes de sua biografia, alguns aspectos básicos são compartilhados por todas as tradições. Estes incluem um nascimento milagroso, uma infância e juventude pastoris, e a vida como príncipe, amante, guerreiro e mestre espiritual ideais.
As principais Escrituras que discutem a história de Krishna são o Mahabharata, o Harivamsa, o Bhagavata Purana e o Vishnu Purana.
O culto a Krishna pode ser rastreado até meados do século IV a.C. A adoração a Krishna como svayam bhagavan, ou o Ser Supremo, surgiu na Idade Média, no contexto do movimento de bhakti. A partir do século X, Krishna torna-se o assunto favorito em artes cênicas e desenvolvem-se tradições regionais de devoção, como Jagannatha em Orissa, Vithoba em Maharashtra e Shrinathji no Rajastão.
Desde a década de 1960, a adoração a Krishna espalha-se também no Ocidente, em grande parte devido ao trabalho missionário de Bhaktivedanta Swami Prabhupada e sua Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna.

Nome e títulos

A palavra em sânscrito kṛṣṇa é essencialmente um adjetivo que significa "negro", "azul" ou "azul-escuro". Como um substantivo feminino, kṛṣṇa é usado no sentido de "noite", "escuridão" no Rigveda. Krishna é um nome de Deus que significa “o todo atraente”, a Verdade absoluta.
O Mahabharata (Udyogaparva 71.4) analisa a palavra Kṛishna da seguinte maneira:
krishir bhu-vacakah sabdo nas ca nirvriti-vacakah
tayor aikyam param brahma krishna ity abhidhiyate
(Tradução) - A palavra 'krish' é a característica atrativa da existência divina, e 'na' significa 'prazer espiritual.' Quando o verbo 'krish' é adicionado ao 'na', ele se torna 'krishna', que indica a Suprema Verdade Absoluta.
Krishna também é conhecido por diversos nomes, epítetos e títulos, que refletem suas múltiplas qualidades e atividades. Entre os mais usados, estão Hari ("Aquele que tira" [pecados, ou que afasta samsara, o ciclo de nascimentos e mortes]), Govinda ("Aquele que dá prazer às vacas, à Terra e aos sentidos") e Gopala ("Protetor das vacas" ou, mais precisamente, "Protetor da vida").

Iconografia

Krishna é facilmente reconhecido por suas representações artísticas. Sua pele é retratada na cor preta ou azul-escura, conforme descrito nas Escrituras, embora em representações pictóricas modernas ele geralmente seja mostrado com pele azul.
Ele aparece usando um dhoti de seda amarelo, e uma coroa de penas de pavão. Representações comuns mostram-no como um bebê, um menino ou um jovem. Normalmente está com uma perna dobrada na frente da outra, levando uma flauta aos lábios, esboçando um sorriso misterioso, e acompanhado por vacas.
A cena no campo de batalha de Kurukshetra, nomeadamente quando se dirige a Arjuna no Bhagavad Gita, é outro tema comum para sua representação. Nessas cenas, ele é mostrado como um homem de dois braços atuando como cocheiro, ou com as típicas características da arte religiosa hindu (tais como braços ou cabeças múltiplas) e com atributos de Vishnu, como o chakra.

Biografia

Este resumo se baseia no Mahabharata, no Harivamsa, no Bhagavata Purana e no Vishnu Purana . Os fatos narrados ocorreram no norte da Índia, a maior parte nos atuais estados de Uttar Pradesh, Bihar, Haryana, Deli e Gujarat.
Nascimento e infância

De acordo com o Bhagavata Purana, Krishna nasceu sem uma união sexual, mas por meio da "trasmissão mental" ióguica da mente de Vasudeva no ventre de Devaki. Baseado em dados das Escrituras e cálculos astrológicos, a data de nascimento de Krishna, conhecida como Janmastami, é o dia 18 de julho de 3228 a.C. Krishna pertencia ao clã Vrishni dos Yadavas, de Mathura, capital dos clãs Vrishni, Andhaka e Bhoja. Foi o oitavo filho da princesa Devaki e seu marido Vasudeva
O rei Kamsa subiu ao trono após mandar prender o próprio pai, Ugrasena (rei da dinastia Bhoja). Kamsa é tido como um grande demônio, que pertencia à classe dos Kshatriyas, mas que, de algum modo, havia se desviado do Dharma universal.
No caminho que conduzia os noivos até a nova casa, Kamsa escutou uma voz que dizia que o oitavo filho de Devaki iria levá-lo à morte. Imediatamente fez menção de matar Devaki, mas Vasudeva implorou pela vida da esposa, prometendo que cada filho que nascesse, seria levado à presença de Kamsa.
Receoso, mandou prender Vasudeva e a esposa no porão do castelo, sendo vigiados dia e noite por guardas. Cada filho do casal que nascia era morto por Kamsa, que mesmo sabendo que a profecia se cumpriria apenas no oitavo filho, não tinha piedade de nenhum e matava a todos.
Kamsa havia sido alertado por Narada Muni que em breve Vishnu nasceria na família de Vasudeva. Soube também, através deste sábio, que em uma encarnação anterior, Kamsa havia sido um demônio chamado Kalanemi que tinha sido morto por Vishnu.
Conta a tradição védica que Kamsa, temendo que Vishnu nascesse em qualquer uma das famílias do reino, mandou matar todos os meninos com até dois anos de idade, a fim de evitar o cumprimento da profecia.
E foi então que o oitavo filho de Devaki nasceu - Bhagavan Sri Krishna. O local do nascimento é conhecido atualmente como Krishnajanmabhoomi, onde um templo foi erguido em honra. Como sua vida corria risco na prisão, foi tirado da prisão e entregue aos pais adotivos Yashoda e Nanda em Gokula.

Juventude


Krishna e Gopis na floresta
Nanda, pai adotivo de Krishna, era o líder de uma comunidade de pastores de gado. As histórias da infância e juventude contam a vida e relação com as pessoas da região. Uma dessas histórias conta que Kamsa, descobrindo que ele havia sido libertado da prisão, enviou vários demônios para impedir que isso acontecesse. Todos falharam. São muitas as façanhas de Krishna e as aventuras com as Gopis da vila, incluindo Radha, que se tornou mais tarde conhecida como o Rasa lila.
Krishna, o Príncipe
Krishna, então um jovem homem, retorna para Mathura, acaba com o governo de Kamsa, e institui o pai, Vasudeva, que havia sido aprisionado por Kamsa, como rei de Yadavas. Em seguida declarou a si mesmo príncipe da corte. Neste período iniciou a amizade com Arjuna e outros príncipes de Pandava do reino de Kuru. Casou-se com Rukmini, filha do rei Bishmaka de Vidarbha. Ele também teve outras sete esposas, incluindo Satyabhama e Jambavati.
A guerra de Kurukshetra
Ver artigo principal: Guerra de Kurukshetra
Krishna possuía primos em ambos os lados na guerra entre os Pandavas e os Kauravas, porém ele tomou o lado dos Pandavas e concordou em ser o cocheiro da carruagem de Arjuna - o primo e grande amigo - na batalha decisiva. O Bhagavad Gita consiste nos conselhos dados por Krishna a Arjuna, antes do início do combate.

Últimos dias

Segundo o Mahabharata, a Batalha de Kurukshetra resultou na morte de todos os cem filhos de Gandhari. Na noite antes da morte de Duryodhana, o Senhor Krishna visitou Gandhari para oferecer suas condolências. Pressentindo que Krishna conscientemente não tinha posto fim à guerra, Gandhari teve um acesso de raiva e tristeza, e amaldiçoou Krishna e toda a dinastia dos Yadu a morrerem no prazo de 36 anos.
Em um festival, uma briga começou entre os Yadavas, que exterminaram uns aos outros. Balarama, o irmão mais velho de Krishna, entregou conscientemente o corpo usando yoga. Krishna se retirou para a floresta e sentou-se debaixo de uma árvore em meditação. Um caçador chamado Jara confundiu o pé parcialmente visível de Krishna com um veado, e atirou uma flecha ferindo-o mortalmente.
De acordo com os eruditos vaishnavas, o corpo de Krishna é completamente espiritual, e não seria corruptível nem sujeito à morte e à deterioração. Mesmo assim, na execução de seus passatempos terrenos, ele aparenta nascer e morrer como uma pessoa comum.
Ao ver que tinha ferido Krishna, o caçador ficou muito perturbado e pediu perdão. Krishna então respondeu-lhe: "Você era Vali em seu nascimento anterior, e eu era Rama, que o matei secretamente. Você queria se vingar, e, assim, neste meu aparecimento, estou cumprindo seu desejo; tudo isso fazia parte do meu plano". Dizendo isso, Krishna partiu para Goloka, sua morada celestial.
Segundo as Escrituras hindus, o desaparecimento de Krishna ocorreu na meia-noite de 17 para 18 de fevereiro de 3102 a.C. e marca o fim de Dwapara Yuga e o início de Kali Yuga, a era da hipocrisia e das desavenças. Devido à presença de Krishna no planeta, o demônio Kali não se atreveu a manifestar-se com toda a sua força. Mas neste mesmo dia, Kali entra no mundo na forma do delito de ferir uma vaca - justamente o animal preferido de Krishna.


Devoção a Krishna

Krishna segundo o Bhagavata Purana
Segundo o Srimad Bhagavatam, Krishna é a forma original de Deus, superior a todas as outras expansões divinas, já que todas emanam dele. Krishna é um ser eterno, sem nascimento nem morte, que adotou uma manifestação temporária na terra para poder agraciar seus devotos e aniquilar os demônios - mas que simultaneamente está presente eternamente em seu planeta espiritual.

Gita Govinda
Vários trabalhos foram importantes na difusão da devoção a Krishna, especialmente o Gita Govinda, escrito por Jayadeva Goswami na Índia oriental, no século XII. Trata a respeito da relação íntima de Krishna com uma gopi em particular, Radharani (que no Mahabharata teve papel secundário).

Movimentos recentes de Krishna-bhakti
Derivações posteriores das primeiras tradições de devoção a Krishna incluem a que foi promovida pelo santo bengali Caitanya Mahaprabhu, no século XVI. Seus seguidores consideram-no uma encarnação de Krishna e Radharani num só corpo. Vários movimentos pertencem a esta tradição, entre eles o Movimento Hare Krishna.
Fundado em nova York pelo guru indiano Bhaktivedanta Swami Prabhupada em 1966, o Movimento Hare Krishna é o principal responsável pela disseminação contemporânea da figura de Krishna no Ocidente.




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sábado, 21 de setembro de 2013

Durga




Durga (em sânscrito: दुर्गा, lit. "a inacessível"1 ou "a invencível"2 ; em bengali: দুর্গা) também conhecida como Maa Durga ou Ma Durga (মা দুর্গা, "Mãe Durga") é, no hinduísmo, uma forma de Devi, a deusa suprema. Durga é considerada pelos hindus como a mãe de Ganesha, Kartikeya, assim como de Saraswati e Lakshmi.3 Ela é considerada a forma da esposa de Shiva, a deusa Parvati, como caçadora de demônios.
Durga é descrita como um aspecto guerreiro da Devi Parvati com 10 braços, que cavalga um leão ou um tigre, carrega armas e assume mudras, ou gestos simbólicos com a mão. Esta forma da Deusa é a encarnação do feminino e da energia criativa (Shakti).

Durga na tradição hindu

A Grande Deusa Durga é dita ser requintadamente bela. Sua imagem é extremamente brilhante (devi), com três olhos como lótus,em alguns contos possuem 8 mãos, em outros, 10, 12 ou até mais mãos, cabelos exuberantes com formosos anelados, um vermelho-dourado brilhante de sua pele e um quarto crescente em sua testa. Ela usa um brilhante traje azul marinho que emite raios. Seus ornamentos foram lindamente esculpidos em ouro, cravejados de pérolas e pedras preciosas. Cada deus também lhe deu a sua arma mais poderosa, o tridente de Rudra, o disco de Vishnu, o raio de Indra, kamandal de Brahma, gada de Kuber, etc. Himalaia presenteou-lhe com um feroz leão dourado. Sobre o fim do 8 º e início do 9 º dia de lua, Chanda e Munda vieram para lutar contra a deusa. Ela virou azul de raiva e a deusa Chamunda saltou para fora do seu terceiro olho. Esta forma é uma das mais poderosas, com 3 olhos vermelhos, preenchidos de sangue, língua e pele escura, que finalmente matou os demônios gêmeos com sua espada. Esta forma da divina deusa é adorada durante o sandhikshan do festival de Durga Puja, como sandhi / chandi puja. Finalmente no décimo dia da lua, a deusa Durgha matou Mahishasura com o seu tridente.
A palavra Shakti, significa a força sagrada feminina, e Durga, reflete o aspecto guerreiro da deusa, encarnando um papel tradicionalmente masculino. Ela também é muito bela, e inicialmente Mahishasura tenta casar com ela! Outras versões incluem Annapurna e Karunamayi (karuna = bondade).
De acordo com a narrativa do Devi Mahatmya do Markandeya Purana, a forma de Durga foi criada como uma deusa guerreira para combater um demônio. O pai do demônio, Rambha, o rei dos demônios, se apaixonou por um búfalo, e Mahish Asur (o demônio Mahish) nasceu desta união. Ele é, portanto, capaz de mudar de forma de humano a búfalo de acordo com sua vontade (mahish significa "búfalo"). Através de intensa oração para Brahma, Mahishasur tinha a vantagem que ele não poderia ser derrotado por qualquer homem ou deus. Ele desencadeou um reinado de terror sobre a terra, céu e os mundos inferiores.
Uma vez que só uma mulher poderia matá-lo, a Santíssima Trindade Masculina desceu até o rio Ganges e rezou o mantra, "Om Namo Devaye", implorando a grande deusa Devi para salvar seu domínio da ruína. Eles foram abençoados com a sua compaixão quando a deusa Durga nasceu do rio.


O culto de Durga

Os 9 dias do Durga Puja é o maior festival anual de Bengal, comemorado também com grande fervor na outra extremidade da Índia, Gujarat, e partes da Índia Oriental, mas é comemorada em várias formas em todo o universo Hindu.
O dia da vitória de Durga é comemorada como Vijaya Dashmi (Leste e Sul da Índia), Dashain (Nepal) ou Dussehra (Norte da India) - essas palavras literalmente significam "o Décimo Vitorioso" (Dia), Vijaya significa "de-vitória". Em Caxemira, ela é adorada como shaarika (o principal templo está em Hari Parbat em Srinagar).
O período efetivo do culto, no entanto pode ser os nove dias que precedem, seguido do último dia chamado Vijayadashami no Norte da Índia ou cinco dias em Bengala, (a partir do sexto ao décimo dia da quinzena lunar). Os nove aspectos de Durga são conhecidos como Navadurga são meditados, um a um, durante os nove dias de festa por seus devotos shakti.
No norte da Índia, este décimo dia, significa a vitória de Rama na sua luta contra o demônio Ravana, e é celebrado como Dussehra - gigantescas efígies de palha de Ravana são queimados em espaços abertos (por exemplo, os campos de Ram Lila em Delhi), assistidos por milhares de famílias e crianças pequenas.
Em Gujarat é comemorado como o último dia de Navaratri, durante o qual a dança Garba é realizada para comemorar a vigorosa vitória de Durga Mahishasura-mardini.
A Deusa Durga é adorada na sua forma pacífica como MahaGauri, A Senhora Justa. Shree Shantadurga também conhecido como santeri, é o patrono da Deusa Goa. Ela é adorada por todos hindus Goan independentemente da casta e até mesmo por alguns cristãos em Goa.
A deusa Durga é cultuada em muitos templos de Dakshina Kannada distrito de Karnataka.
Outro texto importante sobre Durga é o poema Mahishasura Mardini Stotram(Oração à Deusa que matou Mahishasura) escrito por Sri Sri Sri Shankara Bhagavatpadacharya.

Templos notáveis de Durga na India

Matrimandir na cidade de Auroville perto de Pondicherry em Tamil Nadu.
Templo Ambika Mata, na aldeia de Jagat próximo a Mount Abu em Rajasthan, Índia.
Bhairabi Devalaya, em Tezpur, Assam
Templo Kalighat, Kolkata.
Templo Kamakhya, Guwahati, Assam
Templo Kanaka Durga, Vijayawada, Andhra Pradesh
Templo Shanta Durga de Goa
Templo Shila Devi em Amber Jaipur Rajasthan




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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

A DEUSA SARASVATI




A imagem de Sarasvati é retratada freqüentemente como branco. Ela é descrita freqüentemente com dois ou quatro braços. Nas duas mãos direitas ela segura um broto de loto e um rosário. Nas duas mãos esquerdas ela normalmente tem um livro e uma vara de cana de açúcar.

Além deste objeta Sarasvati pode segurar uma seta, uma concha, um sino, ou uma vina (um instrumento de fio). Em certas representações ela pode ter mais braços e cabeças. Ela pode ser assentada em um cisne, leão, ou em um loto. O cisne vem de Brahma que é o pai dela ou marido (dependendo de que história vocês leram). O cisne é um pássaro superior para representar espiritualidade é a encarnação de Vishnu. A palavra em sanskrito para cisne (ahamsa) é o nome de Brahma.

Ahamsa também é o nome do mantra de japa que, quando falado, representa um som supremo em realidade, este som é o conhecimento de liberdade.

O uso da cor branca é significante em seu simbolismo. O branco é a aparência é a beleza da lua cheia. Os olhos brancos são como o loto.

Durga, Radha, Lakshmi, Savitri, e Sarasvati representam as cinco formas de Prakriti. Há três cores que representam o três gunas do Prakriti.

A cor branca de Sarasvati representa o guna de Sattva representa conhecimento. Refinamento, memória, e inteligência nos adoradores.

Sarasvati é a Deusa eloqüente da aprendizagem e da fala como também a deidade protetora das artes. Além do nome de Sarasvati ela também é conhecida como Vac, Vagdevi, Vagisvari, Vani, Sarad, Bharati, e Vinapani.

Sarasvati é a cônjuge de Brahma

Sarasvati é adorada no quinto dia de Janeiro por estudantes.

Sarasvati Em mitologia hindu, é uma jovem e bonita deusa de fertilidade, procriação, purificação e literatura.







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